"Da casa", Maringá vira pilar da direção da Chapecoense na reconstrução
O "não" virou "sim". Abalado e sensibilizado pela tragédia com o avião da Chapecoense, João Carlos Maringá voltou atrás na decisão de recusar um convite do então presidente do clube, Sandro Pallaoro, uma das 71 vítimas do acidente.
- O presidente já tinha conversado comigo para voltar no ano que vem, mas eu disse que não - contou Maringá, na entrevista coletiva em que foi anunciado como novo diretor de futebol do Verdão do Oeste.
Mudou de ideia. Óbvio para quem tem uma relação profunda com a Chape. Afastado do clube desde o fim de 2014, o ex-meia trabalhou por quatro anos como vice de futebol e esteve na caminhada de ascensão à Série A. Além de conhecer bem o Furacão, uma das características de Maringá é a força do vestiário, principalmente nos momentos decisivos. Nessa fase de reconstrução do clube, ele é tratado como o nome ideal, um pilar.
A Chape está sendo comandada pelo presidente interino Ivan Tozzo em parceria com o presidente do Conselho Deliberativo, Plínio David De Nês, o Maninho. Além de trazerem Maringá de volta, efetivaram o agora ex-goleiro Nivaldo Constante, o novo gerente de futebol.