Atrito com parceira faz Palmeiras ter calma em negociações por reforços
A ordem dada ao departamento de futebol do Palmeiras com relação a grandes reforços é manter conversas e esperar sinal verde. A nova diretoria, agora chefiada pelo presidente recém-eleito Maurício Galiotte, não autorizará que se bata qualquer martelo até esclarecer a situação com o patrocinador.
Até o final da semana passada, a renovação do contrato com a Crefisa e FAM, que se encerra no fim de janeiro, era tida como certa. Mas a contestação da candidatura de Leila Pereira (presidente das empresas) ao Conselho Deliberativo do clube, em eleição marcada para 11 de fevereiro, deixou o cenário aberto.
Em 2016, além de pagar R$ 66 milhões para estampar as marcas no uniforme do time, a parceira bancou também os custos com o atacante Lucas Barrios – algo em torno de R$ 1 milhão ao mês. As empresas de Leila Pereira também ajudaram o clube recentemente na contratação de outros dois jogadores: o zagueiro Vitor Hugo e o volante Thiago Santos.
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