Linha 2017 Do Jeep® Renegade Chega Com Muitas Novidades, Destacando O Motor 1.8 EtorQ Evo Flex, Mais Potente E Econômico
Único SUV compacto que não deriva de carro de passeio, com uma plataforma própria, ponto de partida inclusive para modelos maiores, o Jeep® Renegade mantém exclusividades no segmento como motor diesel, câmbio automático de nove marchas, suspensão independente nas quatro rodas, dois tipos de teto solar, entre várias outras. E a linha 2017 do Renegade já está disponível nas 200 concessionárias da marca Jeep com uma série de novidades.
As versões do SUV compacto mais premiado dos últimos anos equipadas com o motor 1.8 EtorQ Evo Flex receberam um abrangente pacote de evoluções técnicas, com ênfase na eficiência energética. São elas:
- coletor de admissão variável (VIS)
- partida a frio sem tanque auxiliar
- sistema Stop&Start
- monitoramento indireto da pressão dos pneus (iTPMS)
- indicador de troca de marchas no quadro de instrumentos
- pneus “verdes”
- alternador inteligente
- bomba de combustível inteligente
- óleos de baixo atrito para motor e transmissão
As alterações no propulsor fizeram o Jeep Renegade 1.8 Flex ficar 5% mais potente, rendendo 7 cv a mais. Agora a potência máxima é de 139 cv a 5.750 rpm, com etanol. O torque máximo subiu para 19,3 kgfm a 3.750 rpm e, mais importante, a força é entregue de forma mais linear por toda a faixa de giros. As alterações resultam em melhor desempenho, maior agilidade nas situações mais corriqueiras de trânsito, mais prazer ao dirigir e menores índices de consumo e de emissões – até 10% a menos, dependendo da versão.
Com o coletor de admissão variável, também chamado de VIS (sigla inglesa para Variable Intake System – sistema de admissão variável), o motor 1.8 EtorQ Evo passou a responder com mais prontidão, algo notado especialmente em baixas rotações. Afinal, estudos com os consumidores apontam que em 80% do uso urbano o motor opera abaixo de 2.000 rpm. Em resumo, são dois coletores em um só: até 4.000 giros, o ar que vai para os cilindros passa por um caminho mais longo, favorecendo o torque. Acima dessa rotação, uma aleta é acionada e faz o ar percorrer um trajeto mais curto, gerando mais potência.
O sistema Stop&Start contribui decisivamente com a redução do consumo, desligando o motor em paradas de semáforo ou engarrafamentos, e religando de forma sutil, assim que se solta o pedal do freio (quando o câmbio é automático) ou a embreagem é pressionada (com a caixa manual). Ao lado do câmbio, uma tecla no console permite desligar o sistema, se o motorista preferir. A função Autostop não se ativa em situações como: motor frio, veículo em rampa, bateria fraca e cinto do motorista desafivelado, entre outras. E a partida é dada sem ação do motorista se o motor estiver desligado por mais de três minutos e se o ar-condicionado estiver ligado (nesse caso, a parada é limitada a um minuto), para citar as principais condições.
Já o sistema eletrônico de partida a frio traz, além de economia, comodidade ao motorista, que não precisa mais se preocupar em abastecer o extinto tanquinho adicional de gasolina. O recurso, que aquece o combustível dentro do tubo distribuidor, entra em ação sempre que a temperatura é inferior a 16°C e há mais de 70% de etanol no tanque.
Os pneus “verdes” diminuem a resistência de rolagem, contribuindo em até 2% na redução do consumo de combustível. Além disso, eles geram menos ruído e têm desempenho mais constante ao longo da vida útil. E, para complementar esse hardware, um software faz o monitoramento da pressão dos pneus e avisa, pelo quadro de instrumentos, quando um deles está murcho. Essa tecnologia é extremamente confiável e funciona por meio das leituras do ABS e do controle de estabilidade (ESC).