Donizete nega agressão e também chama Gabriel Jesus de "moleque"
O empate entre Atlético-MG e Palmeiras, que começou tumultuado em campo e foi bastante pegado, terminou com declarações fortes do atacante Gabriel Jesus, que se envolveu em uma confusão com o volante Leandro Donizete antes dos cinco minutos de partida. Os dois trocaram empurrões e só não chegaram as vias de fato por conta dos companheiros que trataram de separar os jogadores.
Na saída de campo, o General do Galo tratou de responder às declarações de Gabriel Jesus, que o chamou de "cusão e moleque". Donizete esclareceu que durante o jogo, quando o clima esquenta, sobra uma mão ou outra, mas garante que nunca machucou ninguém na carreira e que os xingamentos foram dos dois lados.
- Quem tem boca fala o que quer. Acho que ali dentro a gente tá nervoso, um empurra o outro, acaba acontecendo uma mãozada. Naquele tumulto ali também levei uma mãozada. Nem sei se pegou a minha mão nele, acho que não pegou não. Eu conheço bem o Cuca: eles vieram toda hora me xingando, toda bola que eu ia, a mão já vinha no meu rosto. Então é difícil segurar ali. Mas não fui desleal em momento algum com ele. Me xingou, eu xinguei ele também. E se ninguém gosta de mim, problema deles. Num tô aqui pra ninguém gostar de mim não, tô aqui pra fazer o meu trabalho bem feito, igual eu venho trabalhando. Jogo bola há 15 anos, nunca machuquei ninguém. Estou feliz pelo futebol, não vou mudar o jeito de jogar. Isso é jogo de Libertadores. Libertadores acontece isso e ninguém fala nada - disse o volante em entrevista para a ESPN.
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