Bovespa chega a cair mais de 3% após vitória de Trump nos EUA
A Bovespa opera em queda nesta quarta-feira (9), reagindo ao resultado das eleições presidenciais nos Estados Unidos. O pregão começou com queda de mais de 3%. Contrariando as expectativas do mercado, o republicano Donald Trump superou a democrata Hillary Clinton e venceu a disputa.
Às 11h26, o Ibovespa, principal indicador da bolsa, caía 2,62%, a 62.475 pontos.
Perto do mesmo horário, a Petrobras perdia mais de 3% nas ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) e mais de 2% nas ordinárias (com direito a voto em assembleias da empresa).
Já as ações do Itaú Unibanco e do Bradesco, com forte peso no índice, também operavam no vermelho, reforçando a pressão negativa do dia. Banco do Brasil perdia perto de 3%.
"As incertezas maiores residem na política externa e protecionismo econômico da campanha, sinalização esta que teria efeitos negativos à já frágil economia global", escreveram analistas da corretora Lerosa Investimentos em nota a clientes, segundo a Reuters.
Operadores ressaltam que o México está na linha de frente dos emergentes com exposição aos EUA, abrindo oportunidades no médio prazo para outros países, como o Brasil, que pode ser alternativa entre os emergentes.
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Às 11h26, o Ibovespa, principal indicador da bolsa, caía 2,62%, a 62.475 pontos.
Perto do mesmo horário, a Petrobras perdia mais de 3% nas ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) e mais de 2% nas ordinárias (com direito a voto em assembleias da empresa).
Já as ações do Itaú Unibanco e do Bradesco, com forte peso no índice, também operavam no vermelho, reforçando a pressão negativa do dia. Banco do Brasil perdia perto de 3%.
"As incertezas maiores residem na política externa e protecionismo econômico da campanha, sinalização esta que teria efeitos negativos à já frágil economia global", escreveram analistas da corretora Lerosa Investimentos em nota a clientes, segundo a Reuters.
Operadores ressaltam que o México está na linha de frente dos emergentes com exposição aos EUA, abrindo oportunidades no médio prazo para outros países, como o Brasil, que pode ser alternativa entre os emergentes.
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