Sem Roger, Grêmio mantém aposta e busca perfil "sanguíneo e competitivo"


Sem Roger Machado, o Grêmio já iniciou a busca por um substituto no comando da equipe. Conforme apurado pelo GloboEsporte.com, a ideia da direção é por um perfil semelhante ao ex-comandante. Ou seja, jovem, moderno, mas mais “sanguíneo”. Nessa linha, se enquadram nomes como Milton Mendes, atualmente sem clube, Eduardo Baptista, da Ponte Preta, e Antonio Carlos Zago, do Juventude. No entanto, até a madrugada desta quinta-feira nenhum treinador havia sido procurado.

Para o confronto contra o Fluminense, domingo, na Arena, quem comandará o time será o auxiliar James Freitas. Há esperança. no entanto, de que o novo treinador já tenha sido anunciado até lá.

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O sonho da direção é trazer um treinador que consiga fazer com que o atual elenco seja mais competitivo – o que foi uma das principais críticas sofridas, sobretudo, pelos jogos fora da Arena. Ao mesmo tempo, é uma exigência da diretoria um treinador que tenha apreço pelo trabalho com pratas da casa. E, é claro, saiba que o Tricolor gaúcho opera com orçamento limitado.

Nessa linha de pensamento, antigos medalhões como Renato Portaluppi, técnico com duas passagens pelo clube, são descartados. Outro nome que também não se enquadra no perfil procurado é o de Rogério Micale, atual campeão olímpico.
A derrota por 3 a 0 do Grêmio para a Ponte Preta tornou-se insustentável para Roger Machado. Após a partida na noite desta quarta-feira, o presidente Romildo Bolzan Júnior anunciou em entrevista coletiva que o treinador pediu demissão de forma "irreversível" e não comandará mais a equipe no Brasileirão.

Contratado em maio de 2015, Roger Machado deixa o Grêmio após 93 partidas à frente da equipe, com 48 vitórias, 21 empates e 24 derrotas – aproveitamento é de 59%. O treinador tinha contrato até dezembro de 2017.

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