Roger perde força, e Corinthians quer contratar técnico com mais experiência
Um dos nomes preferidos da torcida, Roger Machado está distante de ser o novo técnico do Corinthians. Na avaliação da diretoria, o Timão precisa de um treinador com mais experiência para comandar a equipe ainda em 2016 ou no início da próxima temporada.
Apesar da indicação de Tite antes de assumir a seleção brasileira, a cúpula do futebol corintiano acredita que a pouca rodagem pelo mercado seja um enorme obstáculo para a contratação de Roger. Ele dirigiu o Grêmio por pouco mais de um ano e não conquistou títulos. Antes, passou por Juventude e Novo Hamburgo, todos do Rio Grande do Sul.
O critério indica também que o Corinthians dificilmente investirá em treinadores que se destacaram recentemente por equipes de menor expressão. É o caso de Fernando Diniz, do Oeste, outro sempre pedido pelos torcedores.
Eduardo Baptista se encaixa no mesmo perfil. Apesar dos bons trabalhos no Sport e agora na Ponte Preta, o técnico não deu certo no Fluminense. Ele, porém, tem a seu favor a política interna do clube. O ex-presidente Andrés Sanchez, líder do grupo que comanda o Timão desde 2007, é favorável à contratação dele para a próxima temporada.
A efetivação de Fábio Carille também é vista como improvável pelo departamento de futebol. O Timão teme que a pressão sobre um técnico sem experiência interfira diretamente no trabalho e no rendimento da equipe. Situação semelhante à que viveu Cristóvão Borges nos últimos meses.
– Vamos levando até aparecer um treinador que a gente se interesse. Sabemos da capacidade dele e vamos seguindo – afirmou o presidente Roberto de Andrade após a vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, pela Copa do Brasil.
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Apesar da indicação de Tite antes de assumir a seleção brasileira, a cúpula do futebol corintiano acredita que a pouca rodagem pelo mercado seja um enorme obstáculo para a contratação de Roger. Ele dirigiu o Grêmio por pouco mais de um ano e não conquistou títulos. Antes, passou por Juventude e Novo Hamburgo, todos do Rio Grande do Sul.
O critério indica também que o Corinthians dificilmente investirá em treinadores que se destacaram recentemente por equipes de menor expressão. É o caso de Fernando Diniz, do Oeste, outro sempre pedido pelos torcedores.
Eduardo Baptista se encaixa no mesmo perfil. Apesar dos bons trabalhos no Sport e agora na Ponte Preta, o técnico não deu certo no Fluminense. Ele, porém, tem a seu favor a política interna do clube. O ex-presidente Andrés Sanchez, líder do grupo que comanda o Timão desde 2007, é favorável à contratação dele para a próxima temporada.
A efetivação de Fábio Carille também é vista como improvável pelo departamento de futebol. O Timão teme que a pressão sobre um técnico sem experiência interfira diretamente no trabalho e no rendimento da equipe. Situação semelhante à que viveu Cristóvão Borges nos últimos meses.
– Vamos levando até aparecer um treinador que a gente se interesse. Sabemos da capacidade dele e vamos seguindo – afirmou o presidente Roberto de Andrade após a vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, pela Copa do Brasil.