Dryworld atrasa pagamentos ao Flu e gera mais preocupação nas Laranjeiras
Sem patrocinador master desde março, quando rescindiu o contrato com a Viton 44, o Fluminense vem se desdobrando para manter as contas em dia. Mas uma das fontes de renda do Tricolor secou nos últimos meses. Fornecedora de material esportivo, a Dryworld começou a atrasar os pagamentos. O clube não dá declarações sobre o assunto ou revela o tempo de inadimplência, mas pessoas ligadas à diretoria confirmam a informação que aumenta ainda mais a preocupação em relação ao futuro da parceria com os canadenses. Por mais que ainda não pense na mudança de fornecedor, o Flu já foi procurado por outras empresas interessadas.
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A Dryworld assumiu o lugar da Adidas, fornecedora do Flu desde 1996, em janeiro passado. Começou a vestir o clube da fato em março, quando a coleção de uniformes foi lançada. Desde então, os problemas se acumulam. A principal reclamação vinha sendo apenas em relação à entrega de materiais, seja para as lojas ou para o uso do próprio clube. As divisões de base, por exemplo, vestem Adidas até hoje. O Atlético-MG, outro clube da empresa no Brasil, também enfrenta problemas semelhantes. Já o Santa Cruz desistiu da negociação - o anúncio oficial chegou a ser feito - e voltou para a Penalty.
O atraso nos pagamentos mensais ao Flu estremece ainda mais a relação. O contrato de cinco temporadas prevê a quantia de R$ 13,5 milhões por ano em verba fixa. No total, com peças e royalties, o acordo ultrapassa a casa dos R$ 20 milhões anuais. O valor mensal, no entanto, é variável. Atualmente, deveria estar em torno de 180 mil dólares - quase R$ 600 mil.
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