Derrotado na Vila, Cristóvão explica substituições: "Queria segurar a bola"
O Corinthians deu um baile no Santos no primeiro tempo. Abriu o placar e teve chances para matar o jogo. Na etapa final, porém, recuou e deu espaço para o rival crescer, empatar e virar, vencendo por 2 a 1. Com o resultado, o Timão ficou na quarta posição com 40 pontos, um a mais do que o próprio Santos.
As substituições feitas por Cristóvão foram muito contestadas por torcedores corintianos, especialmente nas redes sociais. A primeira foi a saída de Gustavo, único centroavante do elenco, para a entrada de Marquinhos Gabriel, quando o time vencia por 1 a 0. Depois, já com 1 a 1, o volante Willians entrou na vaga de Giovanni Augusto. Por último, com a equipe já perdendo, Romero substituiu Lucca.
Na coletiva de imprensa após o jogo, Cristóvão explicou o que queria com as substituições:
– Nós estávamos com a vantagem, seria natural que o Santos nos pressionaria. No segundo tempo tivemos dificuldade de segurar a bola no ataque, e isso facilitou a pressão que o Santos vinha fazendo. Minha tentativa foi para que o time segurasse a bola, e só conseguimos isso no final do jogo, quando o Santos já tinha virado – disse Cristóvão.
– A orientação era pra continuar do mesmo jeito. Jogamos o tempo inteiro marcando pressão, em cima, e fazer isso por 90 minutos é difícil. Para que nos continuássemos marcando bem, precisávamos ter mais posse de bola. A defesa não conseguia subir, e isso facilitou a vida do Santos.
Eles estavam perdendo, era natural que eles procurassem fazer pressão – completou o treinador.
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As substituições feitas por Cristóvão foram muito contestadas por torcedores corintianos, especialmente nas redes sociais. A primeira foi a saída de Gustavo, único centroavante do elenco, para a entrada de Marquinhos Gabriel, quando o time vencia por 1 a 0. Depois, já com 1 a 1, o volante Willians entrou na vaga de Giovanni Augusto. Por último, com a equipe já perdendo, Romero substituiu Lucca.
Na coletiva de imprensa após o jogo, Cristóvão explicou o que queria com as substituições:
– Nós estávamos com a vantagem, seria natural que o Santos nos pressionaria. No segundo tempo tivemos dificuldade de segurar a bola no ataque, e isso facilitou a pressão que o Santos vinha fazendo. Minha tentativa foi para que o time segurasse a bola, e só conseguimos isso no final do jogo, quando o Santos já tinha virado – disse Cristóvão.
– A orientação era pra continuar do mesmo jeito. Jogamos o tempo inteiro marcando pressão, em cima, e fazer isso por 90 minutos é difícil. Para que nos continuássemos marcando bem, precisávamos ter mais posse de bola. A defesa não conseguia subir, e isso facilitou a vida do Santos.
Eles estavam perdendo, era natural que eles procurassem fazer pressão – completou o treinador.
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