Juan apaga erro e mira retomada no Coxa

O sentimento é de "página virada". Vinte dias depois de se ver no centro de uma polêmica com Pachequinho, o meia Juan voltou a sorrir. Após ficar mais de uma semana afastado no Coritiba e cumprir suspensão, o camisa 55 foi protagonista na vitória sobre a Ponte Preta, por 3 a 1, domingo, no Couto Pereira. Decisivo, mudou a cara do time e saiu de campo com uma assistência e um gol marcado, que ajudaram o Coxa a sair da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Os últimos dias de Juan foram de reflexão. A consciência do erro dividiu espaço com a vontade de ajudar o Coritiba, que luta por dias melhores na atual temporada. Fora do time, viu de longe a equipe vencer o Santa Cruz e perder para Flamengo e Vitória. O sentimento? Agonia.

– Foi bem complicado. Demorou para passar, eu queria logo estar de volta. Refleti muito nesse tempo, coloquei muita coisa na minha cabeça, que eu precisava melhorar, evoluir sobre o meu desempenho, a minha performance. Pensei no que eu tinha feito, que realmente merecia uma punição e isso não poderia mais acontecer, que eu precisava ter um maior controle e saber lidar. Foi um momento bom e importante, às vezes não temos tempo para colocar as coisas no lugar, ver os objetivos e melhorar - disse em entrevista exclusiva por telefone ao GloboEsporte.com.

Em meio à folga do elenco, na segunda-feira, Juan falou mais abertamente sobre os dias posteriores ao desentendimento com o atual auxiliar técnico e exaltou a lição aprendida com o episódio, o qual agora prefere deixar no passado. Por 15 minutos - bem mais do que o breve pronunciamento na coletiva à imprensa, quando pediu desculpas ao então treinador, o meia contou que encontrou na família o apoio para superar a turbulência e dar a volta por cima.

– Fiquei em São Paulo com o meu pai, minha irmã e minha avó. Gosto de estar na presença deles, ainda mais em momentos difíceis, é sempre bom ter o apoio deles. Tudo que eu sou devo ao meu pai, que me ensinou tudo e sempre me incentivou, principalmente a não desanimar e continuar indo atrás dos meus objetivos. A gente conversou sobre o assunto, não tinha como passar batido. Ele me disse para ter mais paciência e eu concordei. Depois daquele jogo eu já tive a consciência de que aquela atitude foi errada.

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