Internacional celebra os dez anos da Libertadores de 2006 nesta terça
Não há um único colorado que não tenha celebrado na noite do dia 16 de agosto de 2006. Noite inesquecível. Noite memorável. Noite que ficou para a história. Noite em que foi escrito o capítulo mais grandioso da história do Internacional, então com 97 anos de muita história. A busca pela tão sonhada conquista da Copa Libertadores terminaria naquela noite, no sagrado solo do Beira-Rio e exatamente às 23h53, quado o argentino Horacio Elizondo apitou pela última vez. Espera encerrada diante do São Paulo, time que era o atual campeão da Libertadores. Diante do então campeão do mundo. Não poderia ter sido outro rival. O Internacional de Tinga, Sobis, Fernandão & Cia. alcançou o topo naquele 16 de agosto de 2006. Data que completa exatos dez anos nesta terça-feira. Data em que a América ficou vermelha pela primeira vez.
O LANCE! trará, ao longo do dia, matérias com personagens da conquista, um especial sobre o eterno capitão Fernandão e como foi a cobertura do L! no duelo decisivo. Acompanhe e relembre do feito alcançado pelo Colorado.
O desejo em conquistar a América não era novidade no Internacional. O eterno rival Grêmio se vangloriava de ter levado duas, algo que, naturalmente, incomodava o torcedor colorado. E o Inter já havia experimentado a frustração de ter ficado no quase, quando, então campeão brasileiro, foi superado pelo Nacional uruguaio na decisão de 1980. Conquistar o primeiro título sul-americano era uma obsessão. Obsessão que terminaria há exatos dez anos.
O Inter disputaria a Libertadores de 2006 findando um hiato que durava desde a última aparição no torneio, em 1993, fruto do título da Copa do Brasil de um ano antes. A vaga na edição que viria a ser histórica veio graças ao vice-campeonato brasileiro de 2005. Através da competição que ficou lembrada pela "Máfia do Apito". Sem Muricy Ramalho, que acertaria com o São Paulo, o Inter buscou Abel Braga. O Abel que havia sido vice-campeão brasileiro comandando o próprio Inter no Brasileirão de 1988. Abel que foi mantido no cargo mesmo após o vice do Gauchão de 2006. Abel que escreveria seu nome na história colorada naquele mítico ano.
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O Inter disputaria a Libertadores de 2006 findando um hiato que durava desde a última aparição no torneio, em 1993, fruto do título da Copa do Brasil de um ano antes. A vaga na edição que viria a ser histórica veio graças ao vice-campeonato brasileiro de 2005. Através da competição que ficou lembrada pela "Máfia do Apito". Sem Muricy Ramalho, que acertaria com o São Paulo, o Inter buscou Abel Braga. O Abel que havia sido vice-campeão brasileiro comandando o próprio Inter no Brasileirão de 1988. Abel que foi mantido no cargo mesmo após o vice do Gauchão de 2006. Abel que escreveria seu nome na história colorada naquele mítico ano.
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