Homem xinga Cingapura por não poder jogar 'Pokémon Go' e é demitido

Um australiano perdeu o emprego após disparar ofensas contra Cingapura por não poder jogar “Pokémon Go” no país. A demissão dele foi explicada pelo próprio presidente-executivo da companhia que o empregava em um comunicado emitido nesta segunda-feira (11).

Liberado para download nas lojas de aplicativos de Google e Apple apenas para na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, “Pokémon Go” já virou uma febre. Tudo isso graças à mecânica do game: os jogadores têm de sair do sofá e ir para a rua caçar os monstrinhos. Isso ocorre porque o jogo alia a localização do usuário, captada pelo celular, à tecnologia de realidade aumentada, que “leva” os bichinhos virtuais para o mundo real.

Transferido para Cingapura, onde começou a trabalhar na 99.co, um serviço imobiliário digital, o australiano Sonny Truyen percebeu que não poderia jogar “Pokémon Go” no país.

Ele correu para o Facebook e disparou uma série de ofensas contra o país. Alguns cingapurianos responderam que, caso ele estivesse descontente, deveria deixar o país. “Por que? Para que o QI médio caia e você se sinta adequado?”, respondeu Truyen.

Outras pessoas não limitaram sua indignação a respostas contrariadas ao australiano. Elas inundaram a página no Facebook da 99.co com reclamações a respeito do funcionário. As reclamações foram ouvidas. Darius Cheung, CEO da empresa, em pessoa classificou a conduta de Truyer como “natureza ofensiva” e anunciou sua demissão.

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