'Destravei e dei um tiro nele, na cabeça', diz suspeita de matar PM
Ellen Federizzi confessou, em vídeo divulgado pela Polícia Civil, que matou o marido, o policial militar Rodrigo Federizzi, com um tiro na cabeça. O crime aconteceu no dia 28 de julho, em Curitiba e para os investigadores, ela é a principal suspeita de ter cometido o crime.
"Eu peguei a pistola em cima da cama, eu destravei ela e dei um tiro nele, na cabeça", conta Ellen na gravação. Segundo a mulher, ninguém a ajudou a cometer o crime. O corpo do policial foi encontrado esquartejado no dia 14 deste mês, de acordo com o G1.
Antes mesmo de o corpo ser encontrado, a polícia encontrou manchas de sangue na casa da família, quando foram buscar pistas sobre o desaparecimento do policial e, por esta razão, Ellen foi presa.
Desde então, a polícia passou a suspeitar de que era ela quem havia matado o marido.
Pela versão da mulher, o marido havia ameaçado interná-la em um hospital psiquiátrico e as brigas entre eles eram constantes. Ellen ainda contou que estava sozinha no momento do crime. "A autoria direta e imediata de Ellen Federizzi, essa é indubitável. Se houve um terceiro, ao que se tem, pode ter sido indireta [a participação], mas isso ainda vai ser apurado nas próximas diligências", disse o secretário de Segurança Pública Wagner Mesquita.
Além da motivação apresentada pela suspeita, a polícia apura também a possibilidade de o crime ter sido cometido por causa de dinheiro, já que o policial militar tinha uma quantia em uma conta bancária e o dinheiro sumiu, conforme os investigadores. “Rodrigo se dirigiu a Ellen, que gerenciava as contas da casa, e, em razão da insistência, ela pode ter matado ele”, cogitou o delegado Fábio Amaro.
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Além da motivação apresentada pela suspeita, a polícia apura também a possibilidade de o crime ter sido cometido por causa de dinheiro, já que o policial militar tinha uma quantia em uma conta bancária e o dinheiro sumiu, conforme os investigadores. “Rodrigo se dirigiu a Ellen, que gerenciava as contas da casa, e, em razão da insistência, ela pode ter matado ele”, cogitou o delegado Fábio Amaro.
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