CPI da Merenda volta do recesso e não convoca Capez
Após um mês de recesso, a primeira reunião da CPI da Merenda nesta quarta-feira (3) aprovou o plano de trabalho da comissão, com 16 nomes que serão convidados ou convocados para serem ouvidos. Deputados da oposição criticaram a ausência do presidente da Assembleia, Fernando Capez (PSDB).
"Eles podem tentar enrolar, mas não ouvir o Capez, não ouvir os assessores do Capez, não tem o menor cabimento", disse o deputado João Paulo Rillo (PT). O presidente da CPI, Marcos Zerbini (PSDB), disse que o plano de trabalho "não esgota a relação das oitivas", e que no futuro o nome dele também será colocado em votação para ser ouvido. "
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"Ele [Capez] tem a todo instante pedido para ser ouvido. Mas como disse, a lógica é primeiro levantar os fatos, as acusações, para depois se ouvir as pessoas que são acusadas. Teve uma interpretação equivocada do plano de trabalho, ele não esgota as pessoas que são ouvidas", disse Zerbini.
Em uma das mensagens entre os dirigentes da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), envolvida no escândalo da merenda mostram Em uma das conversas, segundo os investigadores, eles falam sobre a propina paga em parcelas que foi combinada durante a campanha de 2014, quando o atual presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez, do PSDB, foi eleito deputado.
Em delação premiada, um lobista também citou a participação do presidente da Assembleia no esquema. O lobista é apontado pela polícia, pelo Ministério Público, como o principal elo entre a Coaf, funcionários públicos e políticos
Estudantes presentes na reunião também criticaram a ausência de Capez e outros políticos. Henrique Domingues, presidente do DCE Fatec, disse que está sendo processado pelo estado por resistência e dano ao patrimônio público, e que foi depor nesta segunda-feira (2). "É uma retaliação do Governo do Estado ao movimento estudantil. Enquanto estamos sendo investigados, a CPI não está chamando os responsáveis pelo roubo da merenda para depor".
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"Eles podem tentar enrolar, mas não ouvir o Capez, não ouvir os assessores do Capez, não tem o menor cabimento", disse o deputado João Paulo Rillo (PT). O presidente da CPI, Marcos Zerbini (PSDB), disse que o plano de trabalho "não esgota a relação das oitivas", e que no futuro o nome dele também será colocado em votação para ser ouvido. "
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"Ele [Capez] tem a todo instante pedido para ser ouvido. Mas como disse, a lógica é primeiro levantar os fatos, as acusações, para depois se ouvir as pessoas que são acusadas. Teve uma interpretação equivocada do plano de trabalho, ele não esgota as pessoas que são ouvidas", disse Zerbini.
Em uma das mensagens entre os dirigentes da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), envolvida no escândalo da merenda mostram Em uma das conversas, segundo os investigadores, eles falam sobre a propina paga em parcelas que foi combinada durante a campanha de 2014, quando o atual presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez, do PSDB, foi eleito deputado.
Em delação premiada, um lobista também citou a participação do presidente da Assembleia no esquema. O lobista é apontado pela polícia, pelo Ministério Público, como o principal elo entre a Coaf, funcionários públicos e políticos
Estudantes presentes na reunião também criticaram a ausência de Capez e outros políticos. Henrique Domingues, presidente do DCE Fatec, disse que está sendo processado pelo estado por resistência e dano ao patrimônio público, e que foi depor nesta segunda-feira (2). "É uma retaliação do Governo do Estado ao movimento estudantil. Enquanto estamos sendo investigados, a CPI não está chamando os responsáveis pelo roubo da merenda para depor".
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