Só raça não basta! São Paulo joga pouco e se complica
Edgardo Bauza passou os últimos dias prometendo que o São Paulo “deixaria tudo no campo” para vencer o Atlético Nacional. Não há dúvida de que isso aconteceu. O Tricolor correu muito, brigou por cada lance como se fosse o último da partida no Morumbi. Mas faltou futebol para vencer a primeira semifinal da Libertadores. Faltou Ganso.
O São Paulo acelerou demais o ritmo no início da partida. Sem seu principal articulador, o time apostou tudo na velocidade pelos lados e encontrou um adversário muito bem posicionado no esquema 4-1-4-1. Bauza liberou Thiago Mendes e empurrou Ytalo para a área, ao lado de Calleri. O Tricolor ficou sem criação pelo meio e facilitou o trabalho colombiano.
A ausência de Kelvin também foi sentida. O São Paulo não tem no elenco um jogador com as mesmas características para driblar e abrir a defesa rival. Wesley entrou na função e fez uma péssima partida. Errou passes, perdeu praticamente todos os lances individuais e acabou com o corredor feito por Bruno.
O Atlético Nacional passou o jogo armando aquilo que conseguiu nos minutos finais. Apesar das saídas de Ibarbo e Copete antes da primeira semifinal, a equipe de Medellín ainda se mostrou muito forte, à espera de um erro rival para puxar um contra-ataque certeiro. Não é por acaso que faz grande campanha na Libertadores e está muito perto da final.
O São Paulo só cresceu no fim do primeiro tempo. Melhorou quando tocou a bola com mais calma e passou a apertar a saída de bola. Ainda assim, não foi o bastante para abrir vantagem. Armani espalmou um forte chute de Michel Bastos, a melhor chance criada pelo Tricolor em 45 minutos.
Edgardo Bauza também tem sua parcela de culpa. O São Paulo voltou para o segundo tempo sem mudanças na escalação e na postura. Quando mexeu, o treinador fez o básico: tirou Ytalo, colocou Alan Kardec. E nada aconteceu. Apenas aos 25 ele realizou uma mudança (um pouco) corajosa com a entrada de Daniel, mas tirou João Schmidt, que fazia boa partida.
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A ausência de Kelvin também foi sentida. O São Paulo não tem no elenco um jogador com as mesmas características para driblar e abrir a defesa rival. Wesley entrou na função e fez uma péssima partida. Errou passes, perdeu praticamente todos os lances individuais e acabou com o corredor feito por Bruno.
O Atlético Nacional passou o jogo armando aquilo que conseguiu nos minutos finais. Apesar das saídas de Ibarbo e Copete antes da primeira semifinal, a equipe de Medellín ainda se mostrou muito forte, à espera de um erro rival para puxar um contra-ataque certeiro. Não é por acaso que faz grande campanha na Libertadores e está muito perto da final.
O São Paulo só cresceu no fim do primeiro tempo. Melhorou quando tocou a bola com mais calma e passou a apertar a saída de bola. Ainda assim, não foi o bastante para abrir vantagem. Armani espalmou um forte chute de Michel Bastos, a melhor chance criada pelo Tricolor em 45 minutos.
Edgardo Bauza também tem sua parcela de culpa. O São Paulo voltou para o segundo tempo sem mudanças na escalação e na postura. Quando mexeu, o treinador fez o básico: tirou Ytalo, colocou Alan Kardec. E nada aconteceu. Apenas aos 25 ele realizou uma mudança (um pouco) corajosa com a entrada de Daniel, mas tirou João Schmidt, que fazia boa partida.
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