Leadsom deixa disputa e May é única candidata a premiê do Reino Unido
A secretária de Estado de Energia, Andrea Leadsom, anunciou na manhã desta segunda-feira (11) que vai deixar a disputa pela liderança do Partido Conservador. Assim, ela abre caminho para a ministra do interior, Theresa May, suceder David Cameron no cargo de premiê do Reino Unido.
Em princípio, May, de 59 anos, disputaria a liderança com Andrea Leadsom, em uma votação dos cerca de 150 mil membros do Partido Conservador, e o resultado deveria ser anunciado em 9 de setembro.
Após a decisão de Leadsom deixar a disputa, um processo formal será realizado para confirmar a liderança de Theresa May, segundo o presidente do comitê do Partido Conservador, Graham Brady. Depois disso, ela se tornará automaticamente a nova primeira-ministra. Ela será a 1ª mulher a ocupar o cargo desde Margaret Thatcher.
No entanto, Brady não deixou claro quando May assumirá ambas as funções, mas disse que o processo deve ser concluído "muito em breve".
May já era favorita na disputa. Na segunda rodada de votações, na quinta-feira (7), ela teve 199 votos, Leadsom conseguiu 84 e Gove, 46.
Apoio total
Leadsom era pouco conhecida do público britânico até emergir como uma voz de destaque na campanha bem-sucedida pela desfiliação do país da União Europeia. Sem experiência no gabinete, ela vinha sendo muito criticada por uma entrevista a um jornal na qual pareceu insinuar que ser mãe significava que ela tinha mais em jogo no futuro do país do que May, que não tem filhos.
"Uma liderança forte é necessária com urgência para se começar o trabalho de saída da União Europeia", disse Andrea. "Cheguei à conclusão de que os interesses do país são mais bem servidos pela indicação imediata de uma primeira-ministra forte e bem apoiada. Estou, portanto, me retirando da eleição pela liderança e desejo a Theresa May o maior sucesso. Eu lhe garanto meu apoio total", afirmou nesta manhã, segundo a Reuters.
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Em princípio, May, de 59 anos, disputaria a liderança com Andrea Leadsom, em uma votação dos cerca de 150 mil membros do Partido Conservador, e o resultado deveria ser anunciado em 9 de setembro.
Após a decisão de Leadsom deixar a disputa, um processo formal será realizado para confirmar a liderança de Theresa May, segundo o presidente do comitê do Partido Conservador, Graham Brady. Depois disso, ela se tornará automaticamente a nova primeira-ministra. Ela será a 1ª mulher a ocupar o cargo desde Margaret Thatcher.
No entanto, Brady não deixou claro quando May assumirá ambas as funções, mas disse que o processo deve ser concluído "muito em breve".
May já era favorita na disputa. Na segunda rodada de votações, na quinta-feira (7), ela teve 199 votos, Leadsom conseguiu 84 e Gove, 46.
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Leadsom era pouco conhecida do público britânico até emergir como uma voz de destaque na campanha bem-sucedida pela desfiliação do país da União Europeia. Sem experiência no gabinete, ela vinha sendo muito criticada por uma entrevista a um jornal na qual pareceu insinuar que ser mãe significava que ela tinha mais em jogo no futuro do país do que May, que não tem filhos.
"Uma liderança forte é necessária com urgência para se começar o trabalho de saída da União Europeia", disse Andrea. "Cheguei à conclusão de que os interesses do país são mais bem servidos pela indicação imediata de uma primeira-ministra forte e bem apoiada. Estou, portanto, me retirando da eleição pela liderança e desejo a Theresa May o maior sucesso. Eu lhe garanto meu apoio total", afirmou nesta manhã, segundo a Reuters.
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