Cuca vê perda de identidade com desfalques e volta a falar de reforços

Nada de elenco fechado no líder do Campeonato Brasileiro. Pelo menos foi isso que deixou bem claro o técnico Cuca na última terça-feira, após o empate do Palmeiras com o Santos em 1 a 1, pela 14ª rodada da competição nacional.

Sem poder contar com Róger Guedes e Gabriel Jesus no clássico, suspensos, e depois de perder Moisés logo no início do jogo por causa de uma lesão muscular, o Verdão teve de mudar sua característica de jogo. O tão elogiado futebol ofensivo e de velocidade deu lugar a uma equipe com característica mais defensiva.

– O Palmeiras tem um grande elenco, mas alguns pontos não temos jogadores nas mesmas características. Queria por Rafael Marques e Cleiton Xavier, não consegui colocar.  O jogo me pediu o Edu e o Arouca. Temos muitos jogadores numa característica e algumas necessidades em outras características. Eu falo que se ficar mais forte a chance de ganhar é maior. Estou muito feliz com meu grupo. Se puder dar uma fortalecida é bom – afirmou o treinador.


– A alternativa que eu tinha de velocidade era o Erik, e jogou. Não tínhamos outra alternativa. Usamos as armas que nós tínhamos. Temos de conversar, esperar, organizar. Às vezes um tropeço é normal. Conversar com presidente, com o Mattos, antes do fechamento do mercado, avaliar o plantel, ver o que fizemos de bom, e não são poucas coisas. Desgaste vem, desfalque vem, principalmente na Olimpíada – acrescentou.

Depois de perder dois jogadores por lesão na primeira etapa – Moisés e Mina –, Cuca teve  oportunidade de fazer apenas uma alteração tática na equipe palmeirense contra o Santos. No segundo tempo, o treinador tirou Lucas Barrios e colocou Leandro Pereira, na esperança de recuperar um pouco da característica de agilidade.

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