Começa velório do cineasta Hector Babenco na Cinemateca em SP
Familiares e artistas vão a velório do cineasta Hector Babenco, que começou às 10h desta sexta-feira (15) e se encerra às 15h na Cinemateca, Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo. Babenco morreu após parada cardiorrespiratória na noite desta quarta-feira (13) na capital paulista.
Segundo a assessoria de imprensa da cinemateca, a viúva Bárbara Paz não autorizou a participação de jornalistas na cerimônia.
O corpo do cineasta será cremado no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra por volta das 17h, em uma cerimônia apenas para familiares e amigos.
A pré-candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo participou da cerimônia e disse que Babenco deixa legado.
"É uma homenagem a um dos grandes cineastas brasileiros e que tinha uma sensibilidade, uma humanidade em questões importantes pra sociedade, difíceis, polêmicas e que contribuiram muito para humanização e para o cinema ser da qualidade que é. Era uma pessoal brilhante, ousada, corajosa, e deixa um grande legado. Hoje é um dia muito triste", afirmou.
Karin Rodrigues, ex-sogra do cineasta falou sobre o que chamou de "grande perda". "Um grande diretor de cinema. Uma pessoa culta, uma pessoa maravilhosa, divertida, com bom humor. É uma geração que tá indo, né. Muito triste", Karin Rodrigues, mãe de Cristiana, com quem Babenco foi casado durante sete anos.
Nascido na Argentina, mas naturalizado brasileiro, Babenco tinha 70 anos e havia sido indicado ao Oscar de melhor diretor pelo filme "O beijo da mulher aranha" (1985). Também dirigiu clássicos como "Pixote: A lei do mais fraco" (1982) e "Lúcio Flavio, o passageiro da agonia" (1977), além de "Carandiru" (2003).
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Segundo a assessoria de imprensa da cinemateca, a viúva Bárbara Paz não autorizou a participação de jornalistas na cerimônia.
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A pré-candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo participou da cerimônia e disse que Babenco deixa legado.
"É uma homenagem a um dos grandes cineastas brasileiros e que tinha uma sensibilidade, uma humanidade em questões importantes pra sociedade, difíceis, polêmicas e que contribuiram muito para humanização e para o cinema ser da qualidade que é. Era uma pessoal brilhante, ousada, corajosa, e deixa um grande legado. Hoje é um dia muito triste", afirmou.
Karin Rodrigues, ex-sogra do cineasta falou sobre o que chamou de "grande perda". "Um grande diretor de cinema. Uma pessoa culta, uma pessoa maravilhosa, divertida, com bom humor. É uma geração que tá indo, né. Muito triste", Karin Rodrigues, mãe de Cristiana, com quem Babenco foi casado durante sete anos.
Nascido na Argentina, mas naturalizado brasileiro, Babenco tinha 70 anos e havia sido indicado ao Oscar de melhor diretor pelo filme "O beijo da mulher aranha" (1985). Também dirigiu clássicos como "Pixote: A lei do mais fraco" (1982) e "Lúcio Flavio, o passageiro da agonia" (1977), além de "Carandiru" (2003).
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