Clima de revolta com a arbitragem marca volta do São Paulo para casa
A delegação do São Paulo desembarcou no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na manhã desta quinta-feira, ainda abalada e revoltada pelas circunstâncias de sua saída na Libertadores, após nova derrota para o Atlético Nacional, desta vez por 2 a 1, em Medellín, na Colômbia. Cerca de 30 torcedores foram ao aeroporto para receber o time e passar apoio aos jogadores – inclusive o argentino Calleri, que confirmou sua despedida do clube.
O clima era de revolta. Depois de ter tido Maicon expulso no jogo de ida (quando a partida ainda estava em 0 a 0 – terminou 2 a 0), os são-paulinos reclamaram muito da arbitragem do chileno Patricio Polic, que não marcou um pênalti em Hudson no fim do primeiro tempo e depois ainda expulsou Lugano e Wesley no segundo, por reclamação decorrente de um penal assinalado para o Atlético Nacional. Desde o início da Libertadores, aliás, o São Paulo vinha se sentindo prejudicado pela arbitragem.
– Já disse aos atletas no vestiário: estou orgulhoso. Quando há uma injustiça, você termina mal. Mas como disse, estou orgulhoso por chegar a esta fase. Depois que perdemos para o The Strongest, disseram que a equipe já estava fora e chegamos à semifinal – completou Bauza.
Fora da Libertadores, o São Paulo volta o foco para o Campeonato Brasileiro. E neste domingo, às 16h, tem duelo contra o rival Corinthians, às 16h, em Itaquera, pela 15ª rodada.
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– Já disse aos atletas no vestiário: estou orgulhoso. Quando há uma injustiça, você termina mal. Mas como disse, estou orgulhoso por chegar a esta fase. Depois que perdemos para o The Strongest, disseram que a equipe já estava fora e chegamos à semifinal – completou Bauza.
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