Veículos importados caem 5,6% em maio
As dezoito marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores comercializaram em maio 2.696 unidades importadas, queda de 5,6% em relação ao mês anterior, quando foram emplacadas 2.856 unidades. Ante o mês de maio de 2015, o desempenho negativo é de 44,2%. Foram 2.696 unidades contra 4.828 veículos.
No acumulado, cuja totalização chegou a 15.412 unidades emplacadas, a queda significou 44,5% em relação aos 27.772 veículos emplacados no primeiros cinco meses de 2015.
“Reconhecemos que o mercado interno de veículos automotores está temporariamente em baixa, mas no caso dos veículos importados mais em razão do fato de que é impossível vender carros fora de cota estabelecida com 30 pontos percentuais a mais no IPI, aliado ao dólar na casa de R$ 3,60”, esclarece José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.
“A diretoria da Abeifa espera que o Governo Federal reveja os 30 pontos percentuais, medida criada pela administração anterior sem qualquer critério e que contraria inclusive e frontalmente as normas da Organização Mundial do Comércio. Por isso, o nosso pleito de isonomia de tratamento ao nosso setor. Precisamos que medidas urgentes sejam tomadas para evitar a insustentabilidade dos negócios das importadoras e de suas redes de concessionárias”, enfatiza o presidente da Abeifa. “Volto a insistir que o setor de importados não pode esperar até dezembro de 2017 o fim dos 30 pontos percentuais do IPI”.
Em recente estudo, a entidade mostrou que o quadro do setor de veículos importados é desolador: em 2011, ano em que foi instituído os 30 pontos percentuais no IPI, as associadas à Abeifa responderam por 199 mil unidades comercializadas, com rede de 848 concessionárias autorizadas, 35 mil empregos diretos e recolhimento de impostos da ordem de R$ 6,5 bilhões; hoje as dezoito associadas respondem por 450 concessionárias (incluindo as que têm fábricas no País), 13,5 mil empregos diretos (incluindo fábricas) e têm previsão de recolhimento de impostos na casa de R$ 2,1 bilhões.
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No acumulado, cuja totalização chegou a 15.412 unidades emplacadas, a queda significou 44,5% em relação aos 27.772 veículos emplacados no primeiros cinco meses de 2015.
“Reconhecemos que o mercado interno de veículos automotores está temporariamente em baixa, mas no caso dos veículos importados mais em razão do fato de que é impossível vender carros fora de cota estabelecida com 30 pontos percentuais a mais no IPI, aliado ao dólar na casa de R$ 3,60”, esclarece José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.
“A diretoria da Abeifa espera que o Governo Federal reveja os 30 pontos percentuais, medida criada pela administração anterior sem qualquer critério e que contraria inclusive e frontalmente as normas da Organização Mundial do Comércio. Por isso, o nosso pleito de isonomia de tratamento ao nosso setor. Precisamos que medidas urgentes sejam tomadas para evitar a insustentabilidade dos negócios das importadoras e de suas redes de concessionárias”, enfatiza o presidente da Abeifa. “Volto a insistir que o setor de importados não pode esperar até dezembro de 2017 o fim dos 30 pontos percentuais do IPI”.
Em recente estudo, a entidade mostrou que o quadro do setor de veículos importados é desolador: em 2011, ano em que foi instituído os 30 pontos percentuais no IPI, as associadas à Abeifa responderam por 199 mil unidades comercializadas, com rede de 848 concessionárias autorizadas, 35 mil empregos diretos e recolhimento de impostos da ordem de R$ 6,5 bilhões; hoje as dezoito associadas respondem por 450 concessionárias (incluindo as que têm fábricas no País), 13,5 mil empregos diretos (incluindo fábricas) e têm previsão de recolhimento de impostos na casa de R$ 2,1 bilhões.

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