Túlio prefere seu "gol de mão", mas parabeniza peruano: "Foi um artista"
O mesmo gol de mão que tirou a Seleção da Copa América neste domingo já valeu uma classificação brasileira para a semifinal da competição continental. Isso foi há mais de 20 anos, na edição de 1995, no Uruguai. Naquela ocasião, Túlio Maravilha saiu do banco de reservas para ajeitar de braço um cruzamento antes de mandar bola para o fundo das redes. O adversário era a Argentina de Batistuta e Ortega, e o gol do ídolo botafoguense deixou a partida empatada em 2 a 2 (a classificação brasileira veio nos pênaltis). Procurado para comparar a plasticidade de cada lance, o Maravilha não teve dúvidas: cravou que o seu gol foi muito mais bonito.
- O mais bonito foi o meu. Foi uma ajeitada, não foi direto, como o dele. E o mais difícil: teve a cavadinha sobre o goleiro, mostrando frieza, o faro de artilheiro. O meu foi o mais belo – disse o atacante, dizendo ainda que o seu gol foi mais bonito também que o de Maradona, na Copa de 86.
Bem diferente daquela ocasião, quando a Seleção terminou com o vice-campeonato ao perder para o anfitrião Uruguai na final, o Brasil de Dunga caiu na primeira fase – fato que não acontecia desde 1987. Consequência do gol marcado por Ruidíaz aos 29 minutos da etapa final, que garantiu a vitória peruana por 1 a 0. Se no lance protagonizado por Túlio o juiz ignorou os protestos dos argentinos, desta vez o árbitro balançou e precisou conversar com o auxiliar antes de dar o gol aos peruanos.
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Bem diferente daquela ocasião, quando a Seleção terminou com o vice-campeonato ao perder para o anfitrião Uruguai na final, o Brasil de Dunga caiu na primeira fase – fato que não acontecia desde 1987. Consequência do gol marcado por Ruidíaz aos 29 minutos da etapa final, que garantiu a vitória peruana por 1 a 0. Se no lance protagonizado por Túlio o juiz ignorou os protestos dos argentinos, desta vez o árbitro balançou e precisou conversar com o auxiliar antes de dar o gol aos peruanos.
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