Sheilla festeja "folgas" na Turquia antes de missão no Rio: "Foi até melhor"

A preocupação fazia sentido. Sem entrar em quadra com a frequência de costume no Vakifbank, da Turquia, Sheilla se apresentou à seleção com uma incógnita sobre sua forma. Mas toda realidade pode ter um outro ponto de vista. Se não jogou tanto assim, melhor: sem tanto desgaste, conseguiu cuidar mais da parte física e poupou seu gás para o principal desafio do ano: a Olimpíada.

Uma das referências da seleção brasileira, Sheilla sabe de sua importância em quadra. Por isso, tentou se cuidar nos meses que antecederam a apresentação ao grupo. Agora, se diz satisfeita com a forma física e afirma buscar apenas um melhor ritmo de jogo.

- Estou bem. Acho que até já melhorei nos exames físicos. Falta ganhar ritmo de jogo. Caiu a ficha de que é um ano olímpico. Trabalhamos para isso. Então, quando vemos que está chegando, dá aquela ansiedade gostosa.

- Lá fora, eu fiz uns dez jogos, joguei a final da Champions League, dois sets da final. Não me preocupa não ter jogado tanto. Eu jogo há tantos anos que foi até melhor (risos). Pude me cuidar fisicamente. No ano passado, não sei enumerar quantos jogos eu fiz. Mas sei que, na fase final, fiz 12 jogos em 20 dias. No meu time na Turquia, nesse ano, todo mundo descansou. Foi até bom isso acontecer. Se as olimpíadas fossem no ano passado, eu estaria acabada. Tanto que fiquei três meses fora da seleção para que eu pudesse me recuperar. Eu estava exausta - afirmou.

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