Entenda por que Diniz não quer nem ouvir uma proposta do Corinthians
Bastou o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, elogiar o trabalho de Fernando Diniz e não descartar o nome do treinador de uma possível lista para substituir Tite, que deve ser anunciado oficialmente em breve pela CBF, para que inúmeras especulações surgissem em torno da provável chegada de Diniz ao Corinthians. Com mais de 70% dos votos em enquete realizada pelo GloboEsporte.com, o nome de Fernando Diniz é o preferido entre os torcedores corintianos para assumir o lugar de Tite.
Porém, apesar do cargo ser um dos mais cobiçados do futebol brasileiro, Fernando Diniz dificilmente deixará o comando do Oeste/Audax - os dois clubes firmaram parceria e dividem os custos e o elenco para a disputa da Série D, com com o departamento de futebol sendo controlado pelo staff de Osasco - para assumir o posto no Corinthians. Confira abaixo os motivos que "prendem" o treinador no audacioso projeto encabeçado pelo milionário Mário Teixeira, proprietário do Audax e um fã confesso do trabalho de Diniz.
A forte relação com Mário Teixeira é o que mais pesa para que Fernando Diniz não aceite sequer ouvir qualquer proposta de outro clube neste momento. Apaixonado por futebol e membro do Conselho de Administração do Bradesco – um dos principais órgãos de comando do banco sediado em Osasco –, Teixeira possui, ao lado de empresários parceiros, cinco times de futebol – o Grêmio Esportivo Osasco, Audax-SP, Audax-RJ, Osasco FC e a equipe feminina do Audax, em parceria com o Corinthians – que empregam cerca de 150 atletas nos elencos profissionais, além de outros 300 garotos nas categorias de base.
Com a intenção de formar os jogadores para as suas equipes profissionais, Mário Teixeira viu na figura de Fernando Diniz o condutor ideal do projeto. O senso comum sobre o futebol fortaleceu a amizade entre eles. Além disso, Fernando Diniz é muito querido em Osasco. Formado em psicologia e sempre aberto a qualquer bate-papo, ele tem a simpatia de membros da comissão técnica e funcionários do clube, que mantém toda a sua estrutura de futebol no Oeste de Itápolis durante a Série D do Brasileiro.
Esses fatores são considerados fundamentais por Diniz, que realiza um trabalho com os funcionários do clube muito além das quatro linhas.
O estilo de jogo adotado e praticado pelos times treinados por Fernando Diniz sempre causou certa resistência no meio da bola. Com Mário Teixeira e no Audax, ele teve o apoio e total liberdade para colocar o método em prática. Na primeira temporada na elite do Paulistão, o Audax teve campanha modesta. O estilo de jogo, com troca de passes e poucos chutões, chamava a atenção, mas era tratado com desdém.
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A forte relação com Mário Teixeira é o que mais pesa para que Fernando Diniz não aceite sequer ouvir qualquer proposta de outro clube neste momento. Apaixonado por futebol e membro do Conselho de Administração do Bradesco – um dos principais órgãos de comando do banco sediado em Osasco –, Teixeira possui, ao lado de empresários parceiros, cinco times de futebol – o Grêmio Esportivo Osasco, Audax-SP, Audax-RJ, Osasco FC e a equipe feminina do Audax, em parceria com o Corinthians – que empregam cerca de 150 atletas nos elencos profissionais, além de outros 300 garotos nas categorias de base.
Com a intenção de formar os jogadores para as suas equipes profissionais, Mário Teixeira viu na figura de Fernando Diniz o condutor ideal do projeto. O senso comum sobre o futebol fortaleceu a amizade entre eles. Além disso, Fernando Diniz é muito querido em Osasco. Formado em psicologia e sempre aberto a qualquer bate-papo, ele tem a simpatia de membros da comissão técnica e funcionários do clube, que mantém toda a sua estrutura de futebol no Oeste de Itápolis durante a Série D do Brasileiro.
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