Em sabatina, Goldfajn defende mandato fixo para diretoria do BC
O economista Ilan Goldfajn, indicado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para a presidência do Banco Central, declarou ser favorável à autonomia do BC e à fixação, no futuro, de mandatos para presidente e diretoria. Goldfajn foi sabatinado, nesta terça-feira (7), pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Ele fez a declaração ao ser questionado se apoia a autonomia ou a independência do Banco Central. Para ele, a autonomia é importante porque mantém com o governo a responsabilidade pela fixação das metas econômicas, enquanto os esforços para cumpri-las serão feitos pelo Banco Central. No caso de um BC independente, é a própria instituição quem define as metas.
Sobre mandato para presidente e diretores do banco, Goldfajn disse que é preciso ainda que o país tenha "maturidade" para que isso seja feito. Na vigência de um mandato, diretores e presidente teriam período fixo de permanência no cargo.
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Sobre mandato para presidente e diretores do banco, Goldfajn disse que é preciso ainda que o país tenha "maturidade" para que isso seja feito. Na vigência de um mandato, diretores e presidente teriam período fixo de permanência no cargo.
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