Conheça a ciência que usa alimentos para evitar doenças, a nutrigenômica
O genoma é dinâmico e o seu bom funcionamento depende muito dos nutrientes presentes na dieta. Diversos estudos em humanos e em animais demonstram que os macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras), micronutrientes (vitaminas) e compostos químicos bioativos (fitoquímicos, como falvonóides, cumarinas, fitoesteróis, entre outros) são capazes de regular a expressão dos genes de diversas maneiras. Muitos dos micronutrientes e compostos bioativos encontrados nos alimentos estão envolvidos diretamente em reações metabólicas que determinam desde o equilíbrio hormonal até a eficiência imunológica.
Alguns dos compostos bioquímicos encontrados nos alimentos, como o resveratrol (substância antioxidante encontrada na uva, vinho, entre outros), possuem a capacidade de se ligarem diretamente a fatores de transcrição, ativando diversas vias metabólicas. Já um outro micronutriente, a colina, altera a estrutura do DNA, também influenciando na ativação de alguns genes importantes para o bom funcionamento do corpo.
Em nutrigenômica, os principais marcadores analisados são os polimorfismos de um único nucleotídeo. Conhecidos como SNPs, são variações na sequência do DNA, responsáveis pelas diferentes características individuais. Essas variações podem alterar o funcionamento de genes essenciais envolvidos na manutenção de funções celulares básicas, podendo aumentar o risco de desenvolvimento de doenças. A dieta possui o potencial de influenciar nesse risco aumentado, minimizando os riscos.
Um exemplo dessa interação com a genética e a alimentação é o ácido fólico. Uma variação genética na enzima chamada MTHFR faz com que a atividade dela diminua em até 60%. Isso resulta na dificuldade de utilização do folato para conversão da homocisteína em metionina necessária para o DNA, controle da expressão de diversos genes e proteção do genoma e como consequência de diversas doenças.
---------------

Curso Online de Redes Sociais
Sem mensalidades e com certificado gratuito!
Matricule-se: www.wfourcursos.com/redessociais
Alguns dos compostos bioquímicos encontrados nos alimentos, como o resveratrol (substância antioxidante encontrada na uva, vinho, entre outros), possuem a capacidade de se ligarem diretamente a fatores de transcrição, ativando diversas vias metabólicas. Já um outro micronutriente, a colina, altera a estrutura do DNA, também influenciando na ativação de alguns genes importantes para o bom funcionamento do corpo.
Em nutrigenômica, os principais marcadores analisados são os polimorfismos de um único nucleotídeo. Conhecidos como SNPs, são variações na sequência do DNA, responsáveis pelas diferentes características individuais. Essas variações podem alterar o funcionamento de genes essenciais envolvidos na manutenção de funções celulares básicas, podendo aumentar o risco de desenvolvimento de doenças. A dieta possui o potencial de influenciar nesse risco aumentado, minimizando os riscos.
Um exemplo dessa interação com a genética e a alimentação é o ácido fólico. Uma variação genética na enzima chamada MTHFR faz com que a atividade dela diminua em até 60%. Isso resulta na dificuldade de utilização do folato para conversão da homocisteína em metionina necessária para o DNA, controle da expressão de diversos genes e proteção do genoma e como consequência de diversas doenças.

Curso Online de Redes Sociais
Sem mensalidades e com certificado gratuito!
Matricule-se: www.wfourcursos.com/redessociais