Atirador de Orlando teve ajuda da mulher?
A polícia nos Estados Unidos está investigando se a mulher do atirador que matou 49 pessoas em uma boate gay em Orlando tem alguma ligação com o ataque, de acordo com a mídia americana.
Noor Salman, mulher de Omar Mateen, teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque. Mas ela pode ser indiciada como cúmplice e ainda por não ter alertado às autoridades sobre a iminência do ataque - o ataque mais letal do tipo na história recente dos EUA.
Logo depois do atentado, surgiu a informação de que Mateen, o atirador, tinha uma ex-mulher, Sitora Yusifiy, que o acusou de violência doméstica e disse que ele era "psicologicamente instável".
Na terça-feira (14), porém, a mídia passou a divulgar que, após se separar de Yusifiy, Mateen se casou com Salman, com quem teria um filho.
Há relatos ainda de que Mateen teria sido frequentador da boate gay e que teria trocado mensagens com homens por meio de aplicativos de relacionamento online.
Procuradores citados pela Fox News disseram que estavam tentando indiciar Noor Salman como cúmplice dos 49 homicídios e 53 tentativas de homicídio, e por não ter alertado às autoridades sobre o ataque iminente.
Leia no G1
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Noor Salman, mulher de Omar Mateen, teria dito à polícia que tentou impedir que o marido realizasse o ataque. Mas ela pode ser indiciada como cúmplice e ainda por não ter alertado às autoridades sobre a iminência do ataque - o ataque mais letal do tipo na história recente dos EUA.
Logo depois do atentado, surgiu a informação de que Mateen, o atirador, tinha uma ex-mulher, Sitora Yusifiy, que o acusou de violência doméstica e disse que ele era "psicologicamente instável".
Na terça-feira (14), porém, a mídia passou a divulgar que, após se separar de Yusifiy, Mateen se casou com Salman, com quem teria um filho.
Há relatos ainda de que Mateen teria sido frequentador da boate gay e que teria trocado mensagens com homens por meio de aplicativos de relacionamento online.
Procuradores citados pela Fox News disseram que estavam tentando indiciar Noor Salman como cúmplice dos 49 homicídios e 53 tentativas de homicídio, e por não ter alertado às autoridades sobre o ataque iminente.
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