Protestos marcam primeiros metros do revezamento da tocha em Brasília
Primeira condutora da tocha olímpica, a bicampeã olímpica Fabiana sumiu de cena em Brasília logo que desceu a rampa do Palácio do Planalto. Nesta terça-feira, a jogadora de vôlei foi cercada por muitos manifestantes pró e contra impeachment, que usaram a visibilidade da Tour da Tocha dos Jogos do Rio de Janeiro para protestos.
Alguns manifestantes se posicionaram no caminho do revezamento, atrapalhando o andamento. Aos poucos, os batedores conseguiram abrir espaço para os que carregavam a tocha. Houve confronto entre alguns manifestantes e policias militares, que soltou gás de pimenta para dispersar o tumulto. Os cartazes continuaram como pano de fundo ao longo do percurso na Esplanada dos Ministérios.
Na segunda-feira, Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), disse não se preocupar com a possibilidade de manifestantes usarem o Tour da Tocha como vitrine para protestos políticos. O Comitê Olímpico do Brasil e o Comitê Organizador dos Jogos do Rio também haviam minimizado a possibilidade de protestos roubarem a cena no revezamento da chama olímpica.
Só em Brasília, o esquema de segurança envolve 3,5 mil profissionais das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Segurança Pública. Destes, 148 oficiais atuarão junto ao comboio da tocha por todo o percurso no Distrito Federal. A Força Nacional fará "ação aproximada" em algumas partes do percurso, mas não atuará por todo o trajeto.
O revezamento da tocha em Brasília termina às 20h50, com o retorno à Esplanada dos Ministérios não mãos da medalhista olímpica Leila, do vôlei. Haverá show gratuitos de Daniela Mercury, Diogo Nogueira, Ellen Oléria e artistas locais.
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Alguns manifestantes se posicionaram no caminho do revezamento, atrapalhando o andamento. Aos poucos, os batedores conseguiram abrir espaço para os que carregavam a tocha. Houve confronto entre alguns manifestantes e policias militares, que soltou gás de pimenta para dispersar o tumulto. Os cartazes continuaram como pano de fundo ao longo do percurso na Esplanada dos Ministérios.
Na segunda-feira, Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), disse não se preocupar com a possibilidade de manifestantes usarem o Tour da Tocha como vitrine para protestos políticos. O Comitê Olímpico do Brasil e o Comitê Organizador dos Jogos do Rio também haviam minimizado a possibilidade de protestos roubarem a cena no revezamento da chama olímpica.
Só em Brasília, o esquema de segurança envolve 3,5 mil profissionais das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Segurança Pública. Destes, 148 oficiais atuarão junto ao comboio da tocha por todo o percurso no Distrito Federal. A Força Nacional fará "ação aproximada" em algumas partes do percurso, mas não atuará por todo o trajeto.
O revezamento da tocha em Brasília termina às 20h50, com o retorno à Esplanada dos Ministérios não mãos da medalhista olímpica Leila, do vôlei. Haverá show gratuitos de Daniela Mercury, Diogo Nogueira, Ellen Oléria e artistas locais.
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