Estudantes participam de oficinas no segundo dia de ocupação de colégio
O colégio estadual Gerardo Braga em Maringá, no norte do Paraná, segue ocupado por estudantes nesta quinta-feira (19). Esse é o segundo dia da ocupação. De acordo com a União Paranaense de Estudantes Secundaristas (Upes), cerca de 60 estudantes dormiram na escola e, na manhã desta quinta-feira, 200 alunos participam de atividades e oficinas culturais.
“Vamos manter a ocupação até que seja aprovada a criação da CPI da merenda. Os estudantes estão mobilizados, a comunidade tem nos ajudado com doação de alimentos. Criamos comissões para limpar e manter a escola organizada, além de fazer a comida de todos que estão aqui. Não vamos sair até que a comissão de investigação seja criada”, diz o vice-presidente da Upes, Marcelo Miranda.
Os alunos ocuparam o colégio na manhã de segunda-feira (18). Eles se concentraram na Praça Raposo Tavares, e depois de uma caminhada entraram no prédio. As aulas foram suspensas e os pais de alunos menores foram chamados para buscar as crianças.
Os estudantes reclamam da quantidade e da qualidade da merenda que é servida nos colégios e também pedem mais rigor nas investigações da operação Quadro Negro, que apura desvio de dinheiro de obras de escolas estaduais.
“A qualidade da merenda piorou muito do ano passado [2015] pra cá. O arroz, por exemplo, está vindo com caruncho, mas o dinheiro pago por quilo é o mesmo. Não podemos admitir isso. É o dinheiro da população que está em jogo”, argumenta o vice-presidente da Upes.
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“Vamos manter a ocupação até que seja aprovada a criação da CPI da merenda. Os estudantes estão mobilizados, a comunidade tem nos ajudado com doação de alimentos. Criamos comissões para limpar e manter a escola organizada, além de fazer a comida de todos que estão aqui. Não vamos sair até que a comissão de investigação seja criada”, diz o vice-presidente da Upes, Marcelo Miranda.
Os alunos ocuparam o colégio na manhã de segunda-feira (18). Eles se concentraram na Praça Raposo Tavares, e depois de uma caminhada entraram no prédio. As aulas foram suspensas e os pais de alunos menores foram chamados para buscar as crianças.
Os estudantes reclamam da quantidade e da qualidade da merenda que é servida nos colégios e também pedem mais rigor nas investigações da operação Quadro Negro, que apura desvio de dinheiro de obras de escolas estaduais.
“A qualidade da merenda piorou muito do ano passado [2015] pra cá. O arroz, por exemplo, está vindo com caruncho, mas o dinheiro pago por quilo é o mesmo. Não podemos admitir isso. É o dinheiro da população que está em jogo”, argumenta o vice-presidente da Upes.
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