Wesley vê São Paulo todo com mais tesão de vencer e diz: "Vamos longe"
Da forma como se classificou, na altitude de La Paz e com um zagueiro improvisado no gol, o São Paulo chegará fortíssimo ao mata-mata da Taça Libertadores. Essa é a avaliação de Wesley, um dos destaques da equipe no dramático empate por 1 a 1 com o The Strongest, que selou a vaga para enfrentar o Toluca, do México, nas oitavas de final.
– Jogos assim têm todo um clima, uma situação que envolve todo o grupo. Independentemente de quem jogue, todos torcem, ajudam. Quando acontecem coisas assim, a gente vê que o grupo está querendo, sabe? Está com mais tesão de vencer. O grupo sempre esteve unido, e essa vitória serviu de lição para a gente – disse o jogador, na manhã desta segunda-feira.
As dificuldades da equipe treinada por Edgardo Bauza na competição sul-americana não se limitaram ao jogo na Bolívia. Primeiramente, sofreu para passar do César Vallejo, do Peru, e avançar à fase de grupos. Depois, também teve atuações ruins contra The Strongest, em casa, e Trujillanos, na Venezuela. Sofrimento que ficou para trás, segundo Wesley.
– Não que a primeira fase não seja importante, mas agora vira a chave, é outra competição. Tudo fica maior, estádio cheio, televisões... Independentemente se o professor conversa ou não, ele procura sempre nos ajudar, principalmente no posicionamento. Com a experiência dele na competição, todos vão aprender – comentou o meio-campista, referindo-se aos dois títulos de Libertadores de Bauza, algo que aumenta mais sua confiança para os próximos desafios.
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– Jogos assim têm todo um clima, uma situação que envolve todo o grupo. Independentemente de quem jogue, todos torcem, ajudam. Quando acontecem coisas assim, a gente vê que o grupo está querendo, sabe? Está com mais tesão de vencer. O grupo sempre esteve unido, e essa vitória serviu de lição para a gente – disse o jogador, na manhã desta segunda-feira.
As dificuldades da equipe treinada por Edgardo Bauza na competição sul-americana não se limitaram ao jogo na Bolívia. Primeiramente, sofreu para passar do César Vallejo, do Peru, e avançar à fase de grupos. Depois, também teve atuações ruins contra The Strongest, em casa, e Trujillanos, na Venezuela. Sofrimento que ficou para trás, segundo Wesley.
– Não que a primeira fase não seja importante, mas agora vira a chave, é outra competição. Tudo fica maior, estádio cheio, televisões... Independentemente se o professor conversa ou não, ele procura sempre nos ajudar, principalmente no posicionamento. Com a experiência dele na competição, todos vão aprender – comentou o meio-campista, referindo-se aos dois títulos de Libertadores de Bauza, algo que aumenta mais sua confiança para os próximos desafios.
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