Torcedores revelam ajuda de clubes e enriquecimento de organizadas
A violência permeia as torcidas organizadas dos grandes clubes brasileiros e, no último fim de semana, ganhou novo capítulo no dia do clássico entre Palmeiras e Corinthians, que terminou com mais de 50 torcedores detidos e um morto, este sem envolvimento algum com as brigas, atingido por uma bala perdida. Mas como as torcidas se mantêm? Em São Paulo, o Tá na Área ouviu torcedores que já fizeram parte dessas organizadas e que mostraram como a relação com os clubes é estreita.
Mas há exceções nesta relação. O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, rompeu com a principal torcida do clube, depois que torcedores agrediram jogadores em um aeroporto na Argentina em 2013. Por outro lado, em fevereiro do ano passado, Carlos Miguel Aidar, então presidente do São Paulo, não fez questão de esconder no meio de uma entrevista uma conversa com presidente de uma organizada onde afirmou que pagaria o aluguel de 50 ônibus para irem a um jogo do Tricolor. Neste ano, Leco, atual mandatário do clube do Morumbi, disse que não tinha como não ajudar as organizadas em entrevista à “Folha de S. Paulo”.
Leia mais no GloboEsporte
---------------
Saiba mais: www.wfourcursos.com/autocad
Mas há exceções nesta relação. O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, rompeu com a principal torcida do clube, depois que torcedores agrediram jogadores em um aeroporto na Argentina em 2013. Por outro lado, em fevereiro do ano passado, Carlos Miguel Aidar, então presidente do São Paulo, não fez questão de esconder no meio de uma entrevista uma conversa com presidente de uma organizada onde afirmou que pagaria o aluguel de 50 ônibus para irem a um jogo do Tricolor. Neste ano, Leco, atual mandatário do clube do Morumbi, disse que não tinha como não ajudar as organizadas em entrevista à “Folha de S. Paulo”.
Leia mais no GloboEsporte
Saiba mais: www.wfourcursos.com/autocad