PIB dos EUA avança 0,5% no 1º trimestre de 2016
O crescimento econômico dos Estados Unidos freou com força e atingiu o ritmo mais lento em dois anos, com os gastos do consumidor enfraquecendo e o dólar forte continuando a afetar as exportações.
No primeiro trimestre de 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos avançou 0,5%, em dados anualizados, segundo divulgou o Departamento do Comércio do país, em sua primeira estimativa. Nos três últimos meses do ano passado, o avanço havia sido bem maior, de 1,4%.
O resultado veio em linha com as expectativas do mercado, de acordo com a agência Reuters. A estimativa era de que o PIB cresceria a uma taxa anual de 0,7%.
A divulgação do PIB no Brasil e em diversos outros países considera um cálculo diferente, no qual a atividade econômica do período é comparada com o trimestre imediatamente anterior. Por este critério, o PIB dos EUA cresceu 0,12% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2015.
Conforme informou o Departamento do Comércio, o aumento do PIB no primeiro trimestre refletiu as contribuições positivas de gastos do consumidor, investimento fixo residencial e os gastos do Estado e dos governos locais.
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No primeiro trimestre de 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos avançou 0,5%, em dados anualizados, segundo divulgou o Departamento do Comércio do país, em sua primeira estimativa. Nos três últimos meses do ano passado, o avanço havia sido bem maior, de 1,4%.
O resultado veio em linha com as expectativas do mercado, de acordo com a agência Reuters. A estimativa era de que o PIB cresceria a uma taxa anual de 0,7%.
A divulgação do PIB no Brasil e em diversos outros países considera um cálculo diferente, no qual a atividade econômica do período é comparada com o trimestre imediatamente anterior. Por este critério, o PIB dos EUA cresceu 0,12% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2015.
Conforme informou o Departamento do Comércio, o aumento do PIB no primeiro trimestre refletiu as contribuições positivas de gastos do consumidor, investimento fixo residencial e os gastos do Estado e dos governos locais.
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