Marin chega ao tribunal em NY para audiência com "co-conspiradores"
José Maria Marin chegou por volta das 11h30 (de Brasília), desta quarta-feira, ao Tribunal Federal do Brooklyn, em Nova York. No local, o ex-presidente da CBF vai participar da audiência junto com outras sete pessoas que estão detidas nos Estados Unidos por causa do envolvimento nos escândalos de corrupção na Fifa: Aaron Davidson, ex-presidentre da Traffic nos EUA, Juan Angel Napout, ex-presidente da Conmebol, Eduardo Li, ex-presidente da federação da Costa Rica, Héctor Trujillo, ex-secretário-geral da federação da Guatemala, Brayan Jimenez, ex-presidente da federação da Guatemala, Rafael Esquivel, ex-presidente da Federação da Venezuela e Costas Takkas, ex-secretário-geral da Conmebol.
Esta é a primeira vez que Marin ficará frente a frente com outros "co-conspiradores" - forma como as autoridades americanas se referem aos integrantes do que consideram uma quadrilha criada para roubar o futebol no continente americano - desde a prisão em 27 de maio, em Zurique. Marin se diz inocente.
O ex-presidente da CBF (entre 2012 e 2015) foi extraditado para os Estados Unidos em 3 de dezembro do ano passado. Houve duas audiências desde então, e as duas trataram das condições que o cartola deveria cumprir para aguardar seu julgamento em prisão domiciliar. Ainda não se tratou do mérito do caso - algo que deve começar a andar a partir desta quarta-feira.
A procuradoria dos EUA propôs nesta semana um cronograma que prevê o início do julgamento para o dia 27 de fevereiro do ano que vem. A defesa de alguns dos indiciados acredita que esse prazo pode ser curto - haveria pouco tempo para analisar todas as provas contra os acusados. É importante ressaltar que Marin se diz inocente e, como tal, não cogita fazer "delação premiada".
Marin está em prisão domiciliar em seu apartamento na Trump Tower, num dos endereços mais caros de Nova York, e tem que pagar pela própria vigilância. No mês de março, a defesa do dirigente conseguiu uma vitória importante, ao se livrar do segurança que ficava 24 horas por dia dentro de seu apartamento.
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Esta é a primeira vez que Marin ficará frente a frente com outros "co-conspiradores" - forma como as autoridades americanas se referem aos integrantes do que consideram uma quadrilha criada para roubar o futebol no continente americano - desde a prisão em 27 de maio, em Zurique. Marin se diz inocente.
O ex-presidente da CBF (entre 2012 e 2015) foi extraditado para os Estados Unidos em 3 de dezembro do ano passado. Houve duas audiências desde então, e as duas trataram das condições que o cartola deveria cumprir para aguardar seu julgamento em prisão domiciliar. Ainda não se tratou do mérito do caso - algo que deve começar a andar a partir desta quarta-feira.
A procuradoria dos EUA propôs nesta semana um cronograma que prevê o início do julgamento para o dia 27 de fevereiro do ano que vem. A defesa de alguns dos indiciados acredita que esse prazo pode ser curto - haveria pouco tempo para analisar todas as provas contra os acusados. É importante ressaltar que Marin se diz inocente e, como tal, não cogita fazer "delação premiada".
Marin está em prisão domiciliar em seu apartamento na Trump Tower, num dos endereços mais caros de Nova York, e tem que pagar pela própria vigilância. No mês de março, a defesa do dirigente conseguiu uma vitória importante, ao se livrar do segurança que ficava 24 horas por dia dentro de seu apartamento.
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