Juro simples sobre dívida de estados gera risco importante, diz Barbosa
O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, afirmou nesta quarta-feira (13) que a metodologia de juros simples para corrigir a dívida dos estados é "equivocado do ponto de vista financeiro" e gera "riscos fiscais e macroeconômicos importantes."
As declarações foram dadas no fim da manhã desta quarta, após Barbosa se reunir com o ministro do Supremo Tribunal Fderal (STF), Luiz Edson Fachin, que concedeu liminar para que Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais não sejam punidos ao realizar o pagamento de suas dívidas com base nos juros simples, e não compostos, como defende o governo federal.
Na terça (12), o Ministério da Fazenda já havia informado que poderia ter perdas de R$ 313 bilhões caso o STF mantenha esse entendimento no julgamento do mérito da questão.
Fachin, por sua vez, informou, também nesta quarta, que já pediu a inclusão, na pauta do STF, dos mandados de segurança dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
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As declarações foram dadas no fim da manhã desta quarta, após Barbosa se reunir com o ministro do Supremo Tribunal Fderal (STF), Luiz Edson Fachin, que concedeu liminar para que Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais não sejam punidos ao realizar o pagamento de suas dívidas com base nos juros simples, e não compostos, como defende o governo federal.
Na terça (12), o Ministério da Fazenda já havia informado que poderia ter perdas de R$ 313 bilhões caso o STF mantenha esse entendimento no julgamento do mérito da questão.
Fachin, por sua vez, informou, também nesta quarta, que já pediu a inclusão, na pauta do STF, dos mandados de segurança dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
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