Executivos chamaram propina a Gim de 'projeto alcoólico', diz MPF

Mensagens trocadas entre executivos da empreiteira OAS, que basearam as investigações da Operação Lava Jato sobre o ex-senador Gim Argello (PTB), mostram apelidos e códigos que eram usados para tratar da propina ao político. O Ministério Público Federal investiga pagamentos da empreiteira a uma igreja na cidade de Taguatinga (DF), reduto eleitoral do  ex-senador. Gim foi preso nesta terça-feira (12) pela Polícia Federal.

As conversas são de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, com Dilson Paiva, diretor administrativo da empreiteira e Roberto Zardi, diretor de relações institucionais. Paiva e Zardi foram conduzidos para depor nesta terça.

Em uma das mensagens, de maio de 2015, enviada a Dilson, Pinheiro diz que precisa atender uma doação de R$ 350 mil para a Paróquia São Pedro, em Taguatinga. Ele especifica que a mensagem faz parte do "projeto: alcoólico", uma referência a Gim, segundo os investigadores.

Em outra mensagem, desta vez para Zardi, Pinheiro lhe pergunta se "continua tomando Gim". Na resposta, Zardi diz: "Tomei naquele dia e gosto".

Em uma mensagem de 21 de maio, Zardi diz a Pinheiro: "Doação confirmado recebimento-alcoólico".

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