Craque do Santa Fe "demite" técnico, abre mão de dinheiro e é idolatrado
Omar Pérez talvez tenha sido o mais promissor sucessor de Juan Román Riquelme que apareceu no Boca Juniors. A pressão por substituir um craque e principalmente as lesões transformaram o meio-campista em apenas mais uma na vasta lista de decepções no clube argentino. Uma década depois, El Pelado (o Careca) é quase um Deus para a torcida do Santa Fe. Entre títulos e polêmicas, um dos maiores jogadores da história do clube cruza o caminho do Corinthians em um momento de decisão na Libertadores, nesta quarta-feira, às 21h45 (horário de Brasília), no estádio El Campín, em Bogotá.
Pérez, hoje com 35 anos, provavelmente não atuará muitos minutos contra o Timão. Os problemas físicos insistem em aparecer, e ele até o momento não foi titular em 2016. O período fora da equipe rendeu há poucas semanas uma enorme polêmica que agitou o clube e todo o futebol colombiano.
Irritado por ter sido deixado de lado pelo técnico uruguaio Gerardo Pelusso durante um treino antes do clássico contra o Millonarios, o meia fez um desabafo nas redes sociais e anunciou que estava deixando o Santa Fe. A publicação caiu como uma bomba e mobilizou torcedores para impedi-lo de ir. O resultado? O jogador permaneceu, e o treinador foi demitido.
– O que fez esse rapaz é um exemplo muito ruim. Pérez me colocou a culpa por não dizer que estava lesionado e queria seguir sendo o craque. Ele não estava apto para jogar, e nós o premiamos dando alguns minutos – afirmou o treinador, em entrevista a uma rádio uruguaia.
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Pérez, hoje com 35 anos, provavelmente não atuará muitos minutos contra o Timão. Os problemas físicos insistem em aparecer, e ele até o momento não foi titular em 2016. O período fora da equipe rendeu há poucas semanas uma enorme polêmica que agitou o clube e todo o futebol colombiano.
Irritado por ter sido deixado de lado pelo técnico uruguaio Gerardo Pelusso durante um treino antes do clássico contra o Millonarios, o meia fez um desabafo nas redes sociais e anunciou que estava deixando o Santa Fe. A publicação caiu como uma bomba e mobilizou torcedores para impedi-lo de ir. O resultado? O jogador permaneceu, e o treinador foi demitido.
– O que fez esse rapaz é um exemplo muito ruim. Pérez me colocou a culpa por não dizer que estava lesionado e queria seguir sendo o craque. Ele não estava apto para jogar, e nós o premiamos dando alguns minutos – afirmou o treinador, em entrevista a uma rádio uruguaia.
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