Alçado por Tite no Inter, Marquinhos Gabriel era chamado de "novo Pato"
Um dos jogadores com pior imagem entre os torcedores do Corinthians recentemente por conta da baixa relação custo-benefício, Alexandre Pato já inspirou comparações a Marquinhos Gabriel, novo reforço da equipe.
Revelado pelo Internacional assim como o atacante, o meia ganhou a alcunha de "novo Pato" de torcedores e da imprensa gaúcha em meados de 2009, quando fez a transição da base para o profissional.
Técnico o Inter B na época e hoje comandante do sub-20 do Timão, Osmar Loss lembra do potencial apresentado pelo garoto, mas diz que as comparações não eram corretas.
Isso porque as características de Pato, que havia sido vendido um ano antes para o Milan, da Itália, não se assemelhavam com a do ainda garoto Marquinhos – que passaria a usar o nome composto apenas mais tarde, no Avaí, por conta da presença do xará ex-Santos e ex-São Paulo.
– Era mais um oba-oba. Marquinhos tinha uma capacidade técnica e de habilidade bem elevada, mas não chegava ao nível de repertório que o Pato tinha na época. Era muito pelo cenário: tinha surgido o Pato em 2006 e tinha de surgir outro em 2008 ou 2009. Todo atacante era o novo Pato. Não vejo muita relação. Marquinhos é mais de construção e armação. Pato, mais terminal.
Osmar Loss lembra do momento da chegada do garoto no Beira-Rio. Destaque do Passo Fundo, o garoto chegou ainda juvenil ao Colorado, em 2007, e era visto como futuro craque. Em 30 de agosto de 2009, marcaria seu primeiro gol pelo profissional, na goleada por 4 a 0 contra o Goiás, pelo Brasileirão, sob o comando de Tite, que dois meses depois encerraria sua passagem no Sul.
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Revelado pelo Internacional assim como o atacante, o meia ganhou a alcunha de "novo Pato" de torcedores e da imprensa gaúcha em meados de 2009, quando fez a transição da base para o profissional.
Técnico o Inter B na época e hoje comandante do sub-20 do Timão, Osmar Loss lembra do potencial apresentado pelo garoto, mas diz que as comparações não eram corretas.
Isso porque as características de Pato, que havia sido vendido um ano antes para o Milan, da Itália, não se assemelhavam com a do ainda garoto Marquinhos – que passaria a usar o nome composto apenas mais tarde, no Avaí, por conta da presença do xará ex-Santos e ex-São Paulo.
– Era mais um oba-oba. Marquinhos tinha uma capacidade técnica e de habilidade bem elevada, mas não chegava ao nível de repertório que o Pato tinha na época. Era muito pelo cenário: tinha surgido o Pato em 2006 e tinha de surgir outro em 2008 ou 2009. Todo atacante era o novo Pato. Não vejo muita relação. Marquinhos é mais de construção e armação. Pato, mais terminal.
Osmar Loss lembra do momento da chegada do garoto no Beira-Rio. Destaque do Passo Fundo, o garoto chegou ainda juvenil ao Colorado, em 2007, e era visto como futuro craque. Em 30 de agosto de 2009, marcaria seu primeiro gol pelo profissional, na goleada por 4 a 0 contra o Goiás, pelo Brasileirão, sob o comando de Tite, que dois meses depois encerraria sua passagem no Sul.
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