Técnico de Adriano em Miami já jogou contra atacante e só treinou crianças
Em sua chegada ao Miami United, Adriano encontrou um velho rival de dentro dos gramados no comando técnico de sua equipe. Ricardo David atuou por dez anos na seleção da Venezuela e, por diversas vezes, teve o Imperador como seu adversário, nas Eliminatórias para Copa do Mundo de 2006 e em amistosos entre as equipes. Há apenas duas semanas no clube, "Ricky", como é chamado, começa a impor sua filosofia de trabalho e espera ajudar o agora comandado a ter uma boa recuperação na carreira sendo uma das estrelas de sua companhia.
- Me sinto muito bem porque eu o enfrentei quando ele jogava pelo Brasil e eu defendia a Venezuela. Joguei contra ele várias vezes e agora tê-lo como jogador me dá muita esperança para que possa ajudá-lo na recuperação de sua carreira. Porque ele estava um pouco fora do futebol e eu o recebi de braços abertos para ajudar com o que possa para que, em agosto, ele possa ir a qualquer clube de primeiro nível - afirmou.
É bem verdade que Ricardo não tem boa experiência como treinador de futebol. Em sua carreira como jogador, passou por grandes clubes como Boca Juniors, Lanús, América-MEX, América de Cali, entre tantos outros pela América do Sul. Porém, como comandante técnico, apenas dirigiu crianças e divisões menores nos Estados Unidos. Talvez por isso, seus treinamentos sejam cheios de momentos inusitados, como atividades típicas de escolinhas de futebol e quando o próprio treinador resolve bater escanteios ou faltas para área, "ensinando" os atletas.
- Tem que melhorar um pouco, mas os jogadores que vão ser os titulares, alguns ainda estão para chegar, vão formar uma equipe de alto nível. Pelo menos para essa divisão. Não dá para imaginar que vai ser uma equipe de alto nível de primeira divisão, mas vai ter uma forma de jogar que vai agradar muito. Eu sou um técnico que gosta de ter um time ofensivo, com uma proposta de posse de bola, sem ser uma equipe muito "vertical", que tente encontrar os espaços para atacar. Essa certamente vai ser a diferença que vamos fazer e nos Estados Unidos falta isso, essa filosofia de jogo - vangloriou-se o treinador.
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- Me sinto muito bem porque eu o enfrentei quando ele jogava pelo Brasil e eu defendia a Venezuela. Joguei contra ele várias vezes e agora tê-lo como jogador me dá muita esperança para que possa ajudá-lo na recuperação de sua carreira. Porque ele estava um pouco fora do futebol e eu o recebi de braços abertos para ajudar com o que possa para que, em agosto, ele possa ir a qualquer clube de primeiro nível - afirmou.
É bem verdade que Ricardo não tem boa experiência como treinador de futebol. Em sua carreira como jogador, passou por grandes clubes como Boca Juniors, Lanús, América-MEX, América de Cali, entre tantos outros pela América do Sul. Porém, como comandante técnico, apenas dirigiu crianças e divisões menores nos Estados Unidos. Talvez por isso, seus treinamentos sejam cheios de momentos inusitados, como atividades típicas de escolinhas de futebol e quando o próprio treinador resolve bater escanteios ou faltas para área, "ensinando" os atletas.
- Tem que melhorar um pouco, mas os jogadores que vão ser os titulares, alguns ainda estão para chegar, vão formar uma equipe de alto nível. Pelo menos para essa divisão. Não dá para imaginar que vai ser uma equipe de alto nível de primeira divisão, mas vai ter uma forma de jogar que vai agradar muito. Eu sou um técnico que gosta de ter um time ofensivo, com uma proposta de posse de bola, sem ser uma equipe muito "vertical", que tente encontrar os espaços para atacar. Essa certamente vai ser a diferença que vamos fazer e nos Estados Unidos falta isso, essa filosofia de jogo - vangloriou-se o treinador.
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