Ministério Público do DF denuncia seis por licitação de ônibus em 2011
O Ministério Público do Distrito Federal ofereceu denúncia contra seis pessoas envolvidas na licitação que renovou a frota de ônibus da capital, a partir de 2011, incluindo três ex-gestores públicos que atuaram no processo. A concorrência é investigada por uma CPI na Câmara Legislativa e foi anulada por uma decisão judicial, em janeiro.
Segundo informações da TV Globo, foram denunciados o ex-secretário de Transportes e atual diretor da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), José Walter Vazquez, e o ex-coordenador de projetos da licitação, José Augusto Pinto Júnior, e o ex-presidente da comissão de licitação, Galeano Furtado Monte.
Do setor privado, as denúncias citam dois gestores da Auto Viação Marechal – Marco Antônio Gulin e Délfio José Gulin – e o advogado Sacha Reck, que atuou como consultor da licitação dos ônibus, mas tinha envolvimento com a mesma empresa.
Vazquez, Reck e Monte afirmaram à TV Globo que ainda não tinham tomado conhecimento das denúncias até a manhã desta quinta-feira (10) e apresentariam defesa no processo. Pinto não atendeu às ligações. Pela assessoria de imprensa, a Marechal informou que ainda não teve acesso à denúncia.
Entre os crimes atribuídos ao grupo estão fraude à competitividade da licitação, advocacia administrativa em licitações (defender interesses privados na competição pública) e usurpação da função pública. O Ministério Público diz, nos documentos obtidos pela TV Globo, que "os contratos vigentes trazem prejuízos diários ao DF".
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Segundo informações da TV Globo, foram denunciados o ex-secretário de Transportes e atual diretor da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), José Walter Vazquez, e o ex-coordenador de projetos da licitação, José Augusto Pinto Júnior, e o ex-presidente da comissão de licitação, Galeano Furtado Monte.
Do setor privado, as denúncias citam dois gestores da Auto Viação Marechal – Marco Antônio Gulin e Délfio José Gulin – e o advogado Sacha Reck, que atuou como consultor da licitação dos ônibus, mas tinha envolvimento com a mesma empresa.
Vazquez, Reck e Monte afirmaram à TV Globo que ainda não tinham tomado conhecimento das denúncias até a manhã desta quinta-feira (10) e apresentariam defesa no processo. Pinto não atendeu às ligações. Pela assessoria de imprensa, a Marechal informou que ainda não teve acesso à denúncia.
Entre os crimes atribuídos ao grupo estão fraude à competitividade da licitação, advocacia administrativa em licitações (defender interesses privados na competição pública) e usurpação da função pública. O Ministério Público diz, nos documentos obtidos pela TV Globo, que "os contratos vigentes trazem prejuízos diários ao DF".
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