Sonhando com a Copa do Mundo, ex-Vasco cogita se naturalizar japonês
Campeão de praticamente todos os títulos nacionais do Japão nos últimos três anos e considerado um dos melhores jogadores da última temporada no país pelo Gamba Osaka, o brasileiro Anderson Patric ainda tem um sonho: disputar a Copa do Mundo de 2018 na Rússia. Mas se a oportunidade não vier com a camisa da amarelinha, a alternativa será vestir o manto da terra do sol nascente.
O processo de naturalização, no entanto, só pode ser efetivado em 2017. De acordo com a legislação japonesa, é obrigatório morar no país no mínimo cinco anos consecutivos para o atleta se naturalizar.
Outro ponto é que Patric tem que ter domínio da leitura e escrita japonesa equivalente ou superior a de um aluno que cursa a terceira série de uma escola primária do país.
O brasileiro conta que a decisão de querer se naturalizar foi tomada em conjunto com a família. Patric também considerou a cultura do Japão e o carinho que recebe dos torcedores.
Para cumprir as condições, o brasileiro precisa morar mais dois anos no Japão e diz que contratará um professor particular para auxiliar no domínio do idioma local.
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O processo de naturalização, no entanto, só pode ser efetivado em 2017. De acordo com a legislação japonesa, é obrigatório morar no país no mínimo cinco anos consecutivos para o atleta se naturalizar.
Outro ponto é que Patric tem que ter domínio da leitura e escrita japonesa equivalente ou superior a de um aluno que cursa a terceira série de uma escola primária do país.
O brasileiro conta que a decisão de querer se naturalizar foi tomada em conjunto com a família. Patric também considerou a cultura do Japão e o carinho que recebe dos torcedores.
Para cumprir as condições, o brasileiro precisa morar mais dois anos no Japão e diz que contratará um professor particular para auxiliar no domínio do idioma local.
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