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Imagine só a felicidade de Albert Einstein ao descobrir que a sua teoria sobre ondas gravitacionais foi comprovada. Foi necessário um século para ter a comprovação absoluta de que o gênio alemão estava certo. Em termos práticos, a comprovação da teoria ajudará no estudo de corpos celestes que não emitem luz, abrindo um campo totalmente novo de pesquisa em astronomia. Em tecnologia, falamos sobre o erro 53 em iPhones, que inutiliza os aparelhos da Apple, e dicas para encontra seu celular perdido. Já em jogos, falamos do esperado Quantum Break e do Oculus Rift.
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A confirmação da existência ondas gravitacionais é um baita feito científico, daqueles dignos de prêmio Nobel. O fato é importante não só para comprovar a teoria de Einstein, mas pelo novo campo de estudo que abre. Agora, através das ondas, será possível pesquisar objetos celestiais sem luz. Uma máquina conseguiu resolver um cubo mágico em 0,887 segundo, superando o recorde anterior de 0,9 segundo. O equipamento, desenvolvido por Adam Beer, precisou de apenas 20 movimentos para resolver o cubo, que tinha sido desordenado por um algoritmo de computador. Experimentos em um reator de fusão na China atingiram um importante marco. Eles criaram plasma com temperatura de 50 milhões de graus Celsius – mais quente que o núcleo do nosso Sol – e sustentaram esse estado por mais de um minuto e meio.
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Um simples conserto no Touch ID pode inutilizar o iPhone. Tudo isso ocorre por causa do erro 53, um sistema de segurança da Apple que, ao reconhecer peças não originais, faz com que o telefone seja bloqueado. A medida fez com que usuários entrassem com um processo contra a Apple.
Com o Carnaval, aumentaram as aglomerações nas cidades e, consequentemente, a perda ou o furto de smartphones. Para ajudar, preparamos um guia com dicas e apps para todas as plataformas para te ajudar a achar o seu telefone.
Após uma série de rumores, o Twitter liberou uma funcionalidade que passa a mostrar tuítes relevantes em destaque na timeline. No fim das contas, o recurso é bem parecido com o "enquanto você estava ausente", pois mostra postagens que podem ser relevantes para os usuários. Ah, que fique claro: não é obrigatório aderir a esse novo esquema.
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Veja esta máquina monstruosa carregar antenas de telescópio com 100 toneladas
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Transportar satélites de telescópio, com diâmetros de até 12 metros e peso ultrapassando as 100 toneladas, não está entre as tarefas mais fáceis. Por isso, a empresa alemã Scheuerle criou dois caminhões gigantes exclusivos para o observatório ALMA (Atacama Large Milimeter/submillimeter Array), que fica no deserto do Atacama, no Chile.
A máquina em si pesa 130 toneladas e tem 12 m de largura, 20 m de comprimento e 6 m de altura – ela impressiona pela grandiosidade. Ao se aproximar de uma antena, o caminhão a agarra e a posiciona em pé sobre o veículo. O transporte delas, como você pode imaginar, não é nada rápido: a velocidade máxima do caminhão é de 20 km/h.
O trabalho dos motoristas destes trambolhos é adequar a disposição das antenas conforme o tipo de observação. Às vezes, os astrônomos precisam de um campo de visão maior, então as antenas ficam agrupadas, como se fossem uma lente grande-angular.
Em outras ocasiões, é necessário ter um foco mais preciso, para "dar zoom" em um corpo celeste: nesses casos, as antenas são separadas — em alguns casos, ficam a mais de 10 km de distância. Essa técnica de combinação de telescópios é chamada de interferometria.
Os veículos, que custaram 1 milhão de euros cada, estão operantes desde 2008, quando o observatório começou o processo de transporte de antenas (as atividades de observação começaram apenas em 2011), e eles são responsáveis por mover constantemente as 66 antenas do local. |
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