Justiça anula contrato de reforma da Marina da Glória para Rio 2016
A Justiça Federal anulou o contrato que prevê a reforma da Marina da Glória para as Olimpíadas do Rio de Janeiro. O local irá abrigar as competições de vela nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em agosto. A empresa BR Marinas é a concessionária responsável pela melhoria do espaço e, por enquanto, segue investindo R$ 60 milhões em obras.
A BR Marinas acabou herdando o contrato firmado pela empresa de Eike Batista para explorar o espaço durante 30 anos. No vínculo, está incluso a realização de melhorias estruturais para a as Olimpíadas. Em contato com a reportagem, a empresa afirmou que continuará com as obras em andamento e aguarda uma notificação oficial pela Justiça.
Guilherme Diefenthaeler, da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF), foi o responsável pela decisão, atendendo um pedido dos próprios usuários do local, que acusam a BR Marinas de utilizar o espaço para outros fins, além do segmento náutico. Em 2013 já houve um processo para que anulassem a concessão do espaço.
Apesar da decisão judicial, a BR Marinas descartou a possibilidade de abrir mão do espaço e disse que irá recorrer em outras esferas. A empresa também confirmou que todos os eventos marcados para as próximas semanas no local seguem de pé e as obras irão prosseguir. Eles aguardam uma notificação oficial e creem que a prefeitura do Rio de Janeiro também irá persistir da decisão, já que cabe recurso.
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A BR Marinas acabou herdando o contrato firmado pela empresa de Eike Batista para explorar o espaço durante 30 anos. No vínculo, está incluso a realização de melhorias estruturais para a as Olimpíadas. Em contato com a reportagem, a empresa afirmou que continuará com as obras em andamento e aguarda uma notificação oficial pela Justiça.
Guilherme Diefenthaeler, da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF), foi o responsável pela decisão, atendendo um pedido dos próprios usuários do local, que acusam a BR Marinas de utilizar o espaço para outros fins, além do segmento náutico. Em 2013 já houve um processo para que anulassem a concessão do espaço.
Apesar da decisão judicial, a BR Marinas descartou a possibilidade de abrir mão do espaço e disse que irá recorrer em outras esferas. A empresa também confirmou que todos os eventos marcados para as próximas semanas no local seguem de pé e as obras irão prosseguir. Eles aguardam uma notificação oficial e creem que a prefeitura do Rio de Janeiro também irá persistir da decisão, já que cabe recurso.
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