Bruno Soares elogia nova parceria, mas pode jogar Rio Open com Melo

Mudar de parceiro justamente no ano das Olimpíadas em casa pode ser arriscado, mas saiu melhor do que a encomenda para Bruno Soares. Depois de anos ao lado do austríaco Alexander Peya, o tenista brasileiro amargou uma temporada difícil em 2015 e apostou em uma nova dupla, com o britânico Jamie Murray - irmão do número 2 do mundo em simples, Andy Murray. O resultado foi rápido e animador: dois títulos em três torneios disputados, incluindo a taça do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano. Um desempenho que faz o mineiro acreditar em uma ótima sequência no circuito mundial.
- Falo sempre, hoje sei que tenho condição de ganhar todo torneio que entro. Esse Aberto da Austrália foi um pouco diferente, porque depois de vários anos iniciei uma nova jornada em 2016 com o Jamie. Por melhor que sejam as intenções quando a gente fecha uma parceria, a gente não sabe o que vai acontecer até começar a jogar. A dupla já mostrou que tem um potencial grande pela frente. Quando a gente forma uma parceria como essa, no nível que a gente está, estamos em busca de objetivos como esses. Vamos em busca de mais títulos de Grand Slam, do ATP Finals, e o ranking é consequência. Como dupla, temos muito a melhorar ainda, e isso é o mais empolgante. Nossa tendência é melhorar - disse o tenista, que voltou ao Brasil depois do sucesso em Melbourne.
Bruno Soares e Elena Vesnina são campeões de duplas mistas do Aberto da Austrália (Foto: AP)Bruno Soares e Elena Vesnina, campeões de duplas mistas do Aberto da Austrália 2016 (Foto: AP)




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