Aguardando 1ª filha, cria do Vidigal supera baque do Mundial e mira 2016
Tratado como potencial candidato a medalha nas Olimpíadas do Rio, o carioca Patrick Lourenço sofreu um baque em 2015. Vindo de uma temporada regular no boxe amador internacional, a cria do Vidigal perdeu a luta que não podia no Continental e ficou fora do Mundial de Doha, no Catar, em outubro passado. O susto veio em um momento pessoal difícil. Com problemas para resolver dentro de casa, Patrick se abateu. E ali perdeu a primeira chance de se garantir nas Olimpíadas dentro de casa. Com uma possibilidade a menos, ele agora tem um novo ânimo. A filha Eloá nasce em março e com energia renovada o garoto de 22 anos tem no Continental de Buenos Aires, entre 8 e 20 do mesmo mês, a possibilidade de reescrever seu destino no peso até 49kg.
- Acho que eu não estava muito bem no momento, com uns problemas em casa que prefiro não comentar e isso acabou me atrapalhando. Mas tecnicamente eu estava bem. Foi um grande baque ficar fora do Mundial do Catar. Acho que eu teria chances de conseguir uma medalha. Amadureci bastante nas lutas profissionais da APB (liga amadora da Aiba) e ganhei confiança para lutar com qualquer adversário. Mas, infelizmente não estava no meu dia bom e perdi a luta que me classificava para o Mundial. Eu estava muito bem, tinha tudo para dar certo. O vice-campeão foi um cara da Rússia, e eu ganhei dele uma vez na Polônia. Mas já passou, agora é olhar para a frente. Os treinamentos recomeçaram em janeiro e já estamos com força total pois o pré-olímpico está logo aí e quero chegar forte. Esse é o principal objetivo agora. Primeiro a vaga e depois o foco é nos Jogos Olímpicos - garante Patrick.
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- Acho que eu não estava muito bem no momento, com uns problemas em casa que prefiro não comentar e isso acabou me atrapalhando. Mas tecnicamente eu estava bem. Foi um grande baque ficar fora do Mundial do Catar. Acho que eu teria chances de conseguir uma medalha. Amadureci bastante nas lutas profissionais da APB (liga amadora da Aiba) e ganhei confiança para lutar com qualquer adversário. Mas, infelizmente não estava no meu dia bom e perdi a luta que me classificava para o Mundial. Eu estava muito bem, tinha tudo para dar certo. O vice-campeão foi um cara da Rússia, e eu ganhei dele uma vez na Polônia. Mas já passou, agora é olhar para a frente. Os treinamentos recomeçaram em janeiro e já estamos com força total pois o pré-olímpico está logo aí e quero chegar forte. Esse é o principal objetivo agora. Primeiro a vaga e depois o foco é nos Jogos Olímpicos - garante Patrick.
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