Suspeito de participar de ataques a Paris se escondeu em Bruxelas
A polícia belga encontrou três cinturões confeccionados a mão, rastros de explosivos e uma impressão digital de um suspeito em fuga pelos atentados de Paris, Salah Abdeslam, em uma operação em Bruxelas, indicou a promotoria belga nesta sexta-feira (8).
A operação de busca foi realizada em um departamento de Schaerbeek da capital belga em 10 de dezembro, afirmou a promotoria.
"A promotoria geral confirma a descoberta de material destinado à preparação de explosivos, assim como rastros de TATP (peróxido de acetona, um explosivo de fabricação artesanal altamente instável) em uma operação no dia 10 de dezembro", afirmou em um comunicado, segundo a France Presse. Os cinturões podem ter sido destinados a transportar explosivos.
Os procuradores disseram ainda que o apartamento foi alugado com um nome falso, segundo a Reuters, e que pode ter sido usado por uma pessoa já sob custódia devido aos ataques em Paris.
Dias após os atentados na capital francesa, que deixaram 130 mortos, os serviços de segurança fizeram várias buscas na tentativa de localizar suspeitos, entre eles, Salah Abdeslam que teve pelo menos um papel logístico nos atentados de Paris, reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI).
Desaparecido desde 13 de novembro, Salah Abdeslam teria fugido para a Bélgica, segundo dois homens que garantem tê-lo ajudado. Segundo a advogada de um deles, durante o trajeto, o suspeito parecia "muito nervoso" e "talvez disposto a se explodir".
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A operação de busca foi realizada em um departamento de Schaerbeek da capital belga em 10 de dezembro, afirmou a promotoria.
"A promotoria geral confirma a descoberta de material destinado à preparação de explosivos, assim como rastros de TATP (peróxido de acetona, um explosivo de fabricação artesanal altamente instável) em uma operação no dia 10 de dezembro", afirmou em um comunicado, segundo a France Presse. Os cinturões podem ter sido destinados a transportar explosivos.
Os procuradores disseram ainda que o apartamento foi alugado com um nome falso, segundo a Reuters, e que pode ter sido usado por uma pessoa já sob custódia devido aos ataques em Paris.
Dias após os atentados na capital francesa, que deixaram 130 mortos, os serviços de segurança fizeram várias buscas na tentativa de localizar suspeitos, entre eles, Salah Abdeslam que teve pelo menos um papel logístico nos atentados de Paris, reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI).
Desaparecido desde 13 de novembro, Salah Abdeslam teria fugido para a Bélgica, segundo dois homens que garantem tê-lo ajudado. Segundo a advogada de um deles, durante o trajeto, o suspeito parecia "muito nervoso" e "talvez disposto a se explodir".
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