Grávida quebra costela após agressão de PM em protesto, diz MPL
O Movimento Passe Livre (MPL) afirmou na manhã desta quarta-feira (13) que houve "repressão forte e desnecessária" da Polícia Militar no início do protesto contra o aumento da tarifa do transporte público na noite desta terça-feira (12) na Avenida Paulista com a Rua da Consolação.
Segundo Luize Tavares, do MPL, cerca de 20 pessoas feridas foram levadas a hospitais. A maioria delas foi encaminhada ao Hospital das Clínicas e alguns à Santa Casa. “Deve ter um número ainda maior de pessoas que não foram aos hospitais”, disse.
Luize afirmou que pouco antes do início do protesto, uma grávida de seis meses levou um chute de um policial na barriga, caiu e fraturou a costela. “Ela recebeu os primeiros socorros no Metrô [Estação Paulista da Linha Amarela], mas por conta da fratura não conseguia andar e foi levada ao hospital de táxi”, disse Luize. O bebê não corre risco de morte.
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Segundo Luize Tavares, do MPL, cerca de 20 pessoas feridas foram levadas a hospitais. A maioria delas foi encaminhada ao Hospital das Clínicas e alguns à Santa Casa. “Deve ter um número ainda maior de pessoas que não foram aos hospitais”, disse.
Luize afirmou que pouco antes do início do protesto, uma grávida de seis meses levou um chute de um policial na barriga, caiu e fraturou a costela. “Ela recebeu os primeiros socorros no Metrô [Estação Paulista da Linha Amarela], mas por conta da fratura não conseguia andar e foi levada ao hospital de táxi”, disse Luize. O bebê não corre risco de morte.
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