Flu estuda cobrar R$ 45 milhões em resposta a processo da Unimed
A relação terminou em 10 de dezembro de 2014, porém, os caminhos de Unimed e Fluminense ainda se cruzam. Depois de desentendimentos gerados pelo rompimento unilateral da ex-patrocinadora e a iminente disputa eleitoral ao final do ano, na qual Celso Barros, presidente da empresa, possível candidato, as partes vão abrir novo embate na Justiça. Em resposta ao processo no qual a cooperativa de médicos cobra R$ 21 milhões pela venda de cinco jogadores, o Tricolor pedirá mais do que o dobro. Há o entendimento nas Laranjeiras de que, com a necessidade de assumir os vencimentos de atletas até então pagos pelo antigo parceiro, o clube foi prejudicado. A conta que embasaria a ação é de aproximadamente R$ 45 milhões.
São três os processos na 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Neles, a Unimed Participações e Investimentos SA (empresa criada para investir em jogadores) entende ter direito de receber percentuais pela negociação de Rafael Sobis, Wagner, Thiago Neves e Digão. Os atletas, antes das vendas, foram comprados com dinheiro da Unimed, que ficou com partes dos direitos deles. Wellington Silva, único que ainda permanece no clube, entra na lista pois renovou contrato na semana passada - foi adquirido em 2013 do Resende e do Flamengo. Na mesma lógica.
- A ação é para garantir o direito da Unimed Participações perante o associado, não ser lesado pelo clube. O total é de R$ 21 milhões. Não posso, independentemente de ser torcedor, abrir mão de algo que antecipamos para o Fluminense. Eles vendem e não honram os compromissos assinados. É um negócio dramático. Temos documentos assinados pelo presidente (do Flu, Peter Siemsen) dizendo quanto por cento temos dos jogadores. Eles queriam contratar sem pagar nada e agora fazem essa graça. Temos esses documentos para apresentar à Justiça - explica Celso Barros, presidente da Unimed.
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São três os processos na 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Neles, a Unimed Participações e Investimentos SA (empresa criada para investir em jogadores) entende ter direito de receber percentuais pela negociação de Rafael Sobis, Wagner, Thiago Neves e Digão. Os atletas, antes das vendas, foram comprados com dinheiro da Unimed, que ficou com partes dos direitos deles. Wellington Silva, único que ainda permanece no clube, entra na lista pois renovou contrato na semana passada - foi adquirido em 2013 do Resende e do Flamengo. Na mesma lógica.
- A ação é para garantir o direito da Unimed Participações perante o associado, não ser lesado pelo clube. O total é de R$ 21 milhões. Não posso, independentemente de ser torcedor, abrir mão de algo que antecipamos para o Fluminense. Eles vendem e não honram os compromissos assinados. É um negócio dramático. Temos documentos assinados pelo presidente (do Flu, Peter Siemsen) dizendo quanto por cento temos dos jogadores. Eles queriam contratar sem pagar nada e agora fazem essa graça. Temos esses documentos para apresentar à Justiça - explica Celso Barros, presidente da Unimed.
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