Conselheiro denuncia custo por sócio e gasto de R$ 10 milhões no Maracanã

Motivo de orgulho aos tricolores, motivo de preocupação a um grupo de conselheiros. A relação entre o Fluminense e o Maracanã, exaltada por ter custo zero ao clube, após mudança feita pela direção e pelo consórcio que administra o estádio, passou a gerar prejuízo aos cofres das Laranjeiras. É, ao menos, o que entende Humberto Menezes, membro do Conselho Fiscal. Ao revelar que o Tricolor tem de pagar R$ 10,37 por cada sócio da modalidade 100% futebol presente em jogo, o advogado denuncia um gasto de aproximadamente R$ 10 milhões em 2015 -  valor não previsto no orçamento elaborado no começo do ano passado. A direção alega benefício: aumento de R$ 2,5 milhões no lucro obtido nas partidas.   
Mosaico torcida Fluminense x Grêmio (Foto: PEDRO MARTINS - Agência Estado)Mosaico torcida Fluminense no jogo contra o Grêmio, no Maracanã (Foto: PEDRO MARTINS - Agência Estado)

Humberto Menezes embasou as informações em voto contrário à suplementação orçamentária feita pelo presidente Peter Siemsen. Aprovado na sessão do Conselho Deliberativo, realizada em 28 de dezembro passado, a necessidade de ajustes nas contas, na casa dos R$ 35 milhões, ampliou a divisão política no clube. Os oposicionistas fizeram diversos questionamentos. Sobre valores, sobre a legalidade do novo acordo com o Maracanã e sobre o rito do pedido encaminhado pela direção.   
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