Michel Temer e Gilmar Mendes dão aula inaugural de direito em São Paulo
O vice-presidente da República Michel Temer e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes participaram nesta sexta-feira (11) da conferência "Constituição e Democracia: a experiência da Constituição de 1988", que marcou a inauguração de uma nova sede do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) em São Paulo, instituição de ensino superior que o ministro lançou em Brasília e da qual Temer será professor honorário.
Durante a aula inaugural, Temer afirmou que democracia não é um conceito jurídico, e sim, político. O vice-presidente, no entanto, não comentou o processo de impeachment e não falou com a imprensa na saída do evento. Gilmar Mendes voltou a afirmar que o Supremo precisa ter cuidado ao analisar o processo de impeachment.
Segundo Temer, "hoje estamos vivendo uma estabilidade institucional". "O direito é o fenômeno estabilizador" e a sociedade "não deve assustar-se com eventuais conflitos", disse, citando a crise política. "A mim me parece que a nossa Constituição adotou uma espécie de democracia participativa e ela é fruto exatamente de um antecedente autoritário no país", disse.
O vice-presidente também defendeu que os poderes são harmônicos e independentes. "E eu só ouço falar em dependência", afirmou. Para Temer, quando isso ocorre, trata-se de "inconstitucionalidade".
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Durante a aula inaugural, Temer afirmou que democracia não é um conceito jurídico, e sim, político. O vice-presidente, no entanto, não comentou o processo de impeachment e não falou com a imprensa na saída do evento. Gilmar Mendes voltou a afirmar que o Supremo precisa ter cuidado ao analisar o processo de impeachment.
Segundo Temer, "hoje estamos vivendo uma estabilidade institucional". "O direito é o fenômeno estabilizador" e a sociedade "não deve assustar-se com eventuais conflitos", disse, citando a crise política. "A mim me parece que a nossa Constituição adotou uma espécie de democracia participativa e ela é fruto exatamente de um antecedente autoritário no país", disse.
O vice-presidente também defendeu que os poderes são harmônicos e independentes. "E eu só ouço falar em dependência", afirmou. Para Temer, quando isso ocorre, trata-se de "inconstitucionalidade".
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