Jayme recebe amigo Muricy: "Quero ajudá-lo a entender o Flamengo"
Parceria dentro de campo e convivência em família fora dele. Faltava a Muricy e Jayme um dueto em outra função. A partir de agora esse projeto será concretizado. Companheiros no time do São Paulo de 1977 a 1979, eles estarão juntos no Flamengo. Em sua apresentação, o treinador recém-chegado depositou no auxiliar a confiança necessária para trabalhar a equipe, recebendo do auxiliar a recíproca de mostrar as particularidades de seu novo clube.
- Se puder, quero ajudá-lo a entender o Flamengo e mostrar como o clube funciona. Fico feliz por ele estar aqui, trabalhando num time de ponta. Fora de campo o Muricy é totalmente diferente daquele imagem que as pessoas têm. É meigo e bom de se lidar. Tenho certeza de que vai ser ótimo conviver com ele novamente - afirmou Jayme de Almeida.
Muricy Ramalho foi o anfitrião quando Jayme de Almeida deixou o Flamengo para jogar no São Paulo, em 1977. Foram dois anos de parceria em campo no Tricolor até Muricy se transferir para o Puebla, do México. Neste tempo de convivência, a dupla desenvolveu uma amizade que não se limitou ao campo. Algo que o auxiliar rubro-negro lembra com muito apreço.
- O Muricy foi um dos grandes amigos que fiz no São Paulo. Ele frequentava minha casa, foi ao meu casamento. Naquele período fomos muito próximos. Não conhecia ninguém quando cheguei, e ele me acolheu muito bem lá. Vou fazer o possível para retribuir aqui no Rio de Janeiro - disse.
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- Se puder, quero ajudá-lo a entender o Flamengo e mostrar como o clube funciona. Fico feliz por ele estar aqui, trabalhando num time de ponta. Fora de campo o Muricy é totalmente diferente daquele imagem que as pessoas têm. É meigo e bom de se lidar. Tenho certeza de que vai ser ótimo conviver com ele novamente - afirmou Jayme de Almeida.
Muricy Ramalho foi o anfitrião quando Jayme de Almeida deixou o Flamengo para jogar no São Paulo, em 1977. Foram dois anos de parceria em campo no Tricolor até Muricy se transferir para o Puebla, do México. Neste tempo de convivência, a dupla desenvolveu uma amizade que não se limitou ao campo. Algo que o auxiliar rubro-negro lembra com muito apreço.
- O Muricy foi um dos grandes amigos que fiz no São Paulo. Ele frequentava minha casa, foi ao meu casamento. Naquele período fomos muito próximos. Não conhecia ninguém quando cheguei, e ele me acolheu muito bem lá. Vou fazer o possível para retribuir aqui no Rio de Janeiro - disse.
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