Fla emprega R$ 2 milhões de novos títulos da torcida para avanços no CT
Comprado em 1984 pelo Flamengo, o terreno de 140 mil metros quadrados do Ninho do Urubu ainda está longe do ideal, mas o clube acelera as obras para cumprir promessa de campanha e um antigo sonho de abrigar estrutura de primeiro mundo para o futebol rubro-negro. A venda de 200 títulos de sócio proprietário, que veio após votação apertada no conselho do clube, vai dar empurrão fundamental para o avanço das intervenções: são R$ 2 milhões dos mais de R$ 10 milhões previstos para as melhorias das instalações.
Em etapas, a previsão da diretoria é que, pouco depois da pré-temporada, o CT já esteja em melhores condições, com pavimentação da entrada e do espaço que leva até o campo onde treinam os jogadores. Até novembro do ano que vem, o compromisso é de que as instalações para o futebol profissional estejam concluídas.
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A verba de R$ 2 milhões de títulos de sócio proprietário não serão usadas de imediato. Isto porque os novos sócios podiam parcelar em até 20 parcelas a aquisição de títulos - o que, no entanto, não deve atrasar o ritmo das obras, pois atinge ao cronograma mensal de gastos com o CT. Além dos títulos, que custaram entre R$ 10 mil à vista e pouco menos de R$ 12 mil parcelados, o alívio com a adesão ao Profut, a parceria com a Ambev e com outras empresas garantiram a retomada das obras que já estavam marcadas pelos constantes atrasos. Em julho de 2014, a administração Bandeira de Mello retomou as obras depois de quase dois anos paradas e deu previsão de conclusão dos módulos dos profissionais para maio deste ano, o que não foi possível, segundo os dirigentes, pela prioridade para outros gastos do clube.
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Em etapas, a previsão da diretoria é que, pouco depois da pré-temporada, o CT já esteja em melhores condições, com pavimentação da entrada e do espaço que leva até o campo onde treinam os jogadores. Até novembro do ano que vem, o compromisso é de que as instalações para o futebol profissional estejam concluídas.
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